Vertebrados

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Feira de Ciências 3° ano / Estande: Vertebrados

  • Foi grande o número de visitantes na feira

  • O principal objetivo foi que as próprias crianças apresentassem, mas sem decorar a fala como é usado em muitas escolas, a idéia que os alunos explicasse o que aprenderam.

  • Durante o ano os alunos estudaram os peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos.

Feira de Ciências 3° ano / Estande: Vertebrados

  • Estamos observando o grupo que falava dos mamíferos.

  • Juntamente com os animais, as crianças também levaram brinquedos respectivos a classe de vertebrados que estudaram.

Feira de Ciências 3° ano / Vertebrados: Aves

  • Na sala do terceiro ano da professora Tati foi desenvolvido trabalhos referentes aos Vertebrados.

  • A sala foi dividida em grupos e cada trabalhou com uma classe de vertebrado diferente.

  • Nesse grupo da foto ficaram responsáveis pelas aves. Foi exposto material empalhado e preparado paineis sobre esses grupos.

Classe Aves

CLASSE AVES

As aves são os mais bem conhecidos e os mais facilmente reconhecidos por que são comuns, ativas durante o dia e facilmente vista. São singulares na posse de penas que revestem e isolam o corpo tornando possível a regulação da temperatura, ajudam no vôo, a capacidade de voarem possibilita às aves ocuparem alguns habitats negados a outros animais, a coloração distintiva e as vozes das aves chamam a atenção dos olhos e ouvido humanos e muitas espécies de aves são de importância econômica por causa de seus hábitos alimentares.

Caracteres gerais

Corpo coberto com penas.
Dois pares de extremidades, o anterior transformado em asas para voar, posterior adaptado para empoleira-se, andar ou nadar (com palmouras), cada pé geralmente com 4 dedos, canela e dedos envolvidos por pele cornificada.
Esqueleto delicado, forte, totalmente ossificado, muitos ossos fundidos dando rigidez, a boca é um bico que se projeta com bainhas córneas sem dentes nas aves viventes, crânio com um côndilo occipital, pescoço geralmente longo e flexível, pelve fundida a numerosas vértebras, mas aberta ventralmente, esterno grandes geralmente com quilha mediana, poucas vértebras caudais comprimidas na parte posterior.
Coração com 4 câmaras: 2 aurículas e 2 ventrículos separados, persiste apenas o arco aórtico ou sistêmico direito, glóbulos vermelhos nucleares, ovais e biconvexos.
Respiração por pulmões compactos, muito eficientes, presos às costelas e ligados a sacos aéreos de paredes finas que se estendem entre os órgãos internos, caixa vocal ( siringe ) na base da traquéia.
Doze pares de nervos cranianos.
Excreção por meio de rins metanéfrico, o ácido úrico é o principal produto de excreção nitrogenadas, urina semi – sólida, sem bexiga urinária exceto nas emas e avestruzes, um sistema porta renal.
Temperatura do corpo essencialmente constante, endotérmico.
Fecundação interna, ovos com muito vitelo envolvidos por uma casca calcaria dura e depositados externamente para a incubação, segmentação meroblástica, membranas embrionárias âmnio, cório, saco vitelino e alantóide presentes durante o desenvolvimento dentro do ovo ao eclodir os filhotes são alimentados e vigiados pelo pais.

Evolução

As aves parecem ter se originado de répteis um tanto delgados, de cauda longa e andar bípede. Estes animais provavelmente corriam rapidamente com suas posteriores, tendo os membros anteriores levantado e livres para darem origem ás asas. Lagartos bípedes atuais usam a cauda como contra peso para equilíbrio e quando mudam de direção, assim a cauda pré – ave pode Ter sido pré adaptada para direção e vôo.
Os fatores seletivos na evolução das penas não são bem esclarecidos, uma teoria afirma que apareceram escamas móveis, semelhantes a penas antes do surgimento da endotermia e, no inicio não tinham relação com o vôo, elas formavam um revestimento isolante que prolongava a atividade endotermica no sol quente diminuindo as taxas de aquecimento e resfriamento. Seu uso em retardar a perda de calor gerado internamente no corpo apareceu mais tarde.
Em um ambiente mais frio elas podem ter evoluído junto com endotermia como um mecanismo para conservar o calor do corpo, de acordo com uma teoria alternativa.
Planar deve ter precedido o vôo e as pré – aves podem ter primeiro planado a partir de lugares altos ou quando corriam em grande velocidade .
As vantagens seletivas de uma alta velocidade e da penetração seletivas de uma alta velocidade e da penetração em um nicho aéreo pouco ocupado, parecem ter iniciado o curso da evolução das aves. A grande atividade e a demanda de energia do vôo requererão a endotermia que evoluiu independentemente da dos mamíferos e adquiriu o maior nível entre os vertebrados. Isto permitiu a expansão das aves para áreas de extremos térmicos e o seu poder de voar tornou possível o uso temporário de tais áreas, quando as condições eram as mais favoráveis. Muitas espécies são capazes de ocupar áreas polares e de altas montanhas e desertos quentes.

As aves herdaram diversos aspectos dos répteis e que contribuíram para seu sucesso como voadoras pela redução de peso. Os ovos desenvolveram-se totalmente fora do corpo materno e os produtos de excreção nitrogenadas são excretados sem o peso de uma abundante urina aquosa. Outras reduções de peso foram conseguidas pela perda da bexiga e tornando o seu esqueleto mais leve.
As modificações viscerais relacionadas com a endotermia incluem um coração com quatro câmaras separação completa das circulações venosa e arterial e aperfeiçoamento da respiração. Os sacos aéreos internos, que se abrem para o exterior através do trato respiratório, auxiliam a respiração e a dissipar o calor gerado pelo elevado metabolismo.
O vôo requer um corpo compacto, aerodinâmico e rígido, adquirido nas aves pela fusão, perda e reforço de ossos. Muitas modificações ocorreram no esqueleto para diminuir a massa total do corpo.
As pernas localizam-se abaixo do corpo e podem ser retraída entre as penas do ventre. Uma grande acuidade visual e uma rápida acomodação são necessárias para um animal voador, sendo a visão um sentido primário nas aves. A grande mobilidade e a necessidade de comunicação a grandes distâncias promoveram a elaboração da voz e da audição. A quimiorrecepção importante nos vertebrados inferiores, diminuiu inclusive o sentido do órgão de jacobson.
O cuidado que os pais têm pelo ovos e pelo filhotes é muito mais avançado que nos ectotérmicos, mas nenhuma ave é vivípara.

Tamanho

As maiores aves viventes incluem o avestruz da África, que tem 2 metros de altura e pesa até 136 kg e os grandes condores das América com envergadura de até 3 metros, a menor é o beija flor de helena, de cuba, com 5,7 cm de comprimento e com cerca de 3g de peso, nenhuma ave viva ou fóssil, aproxima-se em tamanho aos maiores peixes ou mamíferos.

Caracteres adaptativos

A forma externa é geralmente fusiformes, oferecendo uma resistência mínima ao ar durante o vôo ou á água durante o mergulho.
A coloração é variada e impressionante. Algumas aves apresentam cor uniformes, o padrão freqüentemente se mistura ao do ambiente e tal coloração protetora torna a ave menos visível, isto é auxiliado por contra – sombreamento, as partes dorsais que recebem iluminação mais forte são mais escuras. que a superfície ventral. As aves de regiões áridas tendem a ter um colorido pálido e as de lugares úmidas são mais escuras, machos são freqüentemente de colorido mais vivo e diferente que o das fêmeas. A plumagem colorida do macho funciona na identificação e no comportamento ameaçador, na defesa do território, estimula o comportamento sexual na fêmea e pode afastar o ataque ao ninho e aos filhotes. Em algumas espécies ambos os sexos adquirem uma plumagem nupcial na primavera ou muda pré – nupcial, retornando a cores mais apagadas para o inverno por uma muda pós – nupcial no fim do verão.
O bico funciona, ao mesmo tempo, como boca e mãos, servindo para obter e manusear alimento, para alisar as penas, para apanhar e arranjar materiais do ninho e para outros propósitos, inclusive defesa. O envoltório cornificado cresce continuamente para substituir as perdas pelo uso, a forma de bico geralmente indica os hábitos alimentares de uma ave, sendo delgado em espécies que sondam em fendas ou capturam insetos, mais robusto, mais ainda alongado em pica – paus que cavam na madeira, largo, mas delicado em andorinhas e tiranídeos que capturam insetos vivos durante o vôo forte e cônico em tentilhões e pardais granívoros, afiado em gaviões, corujas e laniídeos carnívoros, e com margens serrilhadas em patos que coam pequenas partículas da água.

A língua na maioria das aves não pode ser estendida, mas nos pica paus pode ser protraída, além do bico para capturar insetos na madeira e no beija flor é um sifão extensível para obter néctar das flores. Os dois longos ossos hióides que sustentam a língua nestas aves estendem –se no interior de bainhas musculares sobre a parte posterior e o topo da cabeça e em alguns pica pau, terminam na cavidade nasal.
As asas tem a forma de aerofólio que fornecem sustentação durante o vôo e vários movimentos basculantes e de inclinação lateral ajudam a alterar o modo do vôo. A cauda serve como leme e freio durante o vôo, como contrapeso ao empoleirar-se e para exibição durante a corte nos machos de muitas espécies. Aves trepadoras, pica paus e algumas outras que se alimentam em superfícies verticais apresentam penas caudais com ráquis não flexíveis que ajudam a sustentar o corpo quando estas aves estão em atividade. Os pés servem variavelmente para correr ou trepar para sustentar o corpo durante o descanso, para arrumar o material do ninho e, em algumas espécies para manusear alimento e para atacar e se defender.
Em algumas aves o papo serve para carregar alimento para os filhotes que são alimentados por regurgitação ou por introdução da cabeça do filhote na garganta dos pais. Em pombos adultos, durante a criação dos filhotes o epitélio do papo desprende-se como leite de pombo e é usado para alimentar os filhotes no ninho. Em algumas aves carnívoras como no Martim pescador não há um papo distinto e o estômago é um saco de paredes finas e elásticas. Os machos de alguns pássaros, durante a época da reprodução apresentam a porção inferior do ducto deferente inchada, o que provoca a protrusão da cloaca, invadindo o sexo da ave.

História natural

Distribuição

As aves ocupam todos os continentes, os mares e a maioria da ilhas, penetrando no ártico até além de 80o N e na antártica e vivem desde o nível do mar até acima da linha das florestas nas montanhas, mesmo acima de 6000 metros no monte Evereste. Apesar da capacidade do vôo elas se enquadram nas leis de distribuição animal, cada espécie ocupando uma área geográfica definida e um tipo particular de habitat. Nas regiões polares as espécies são poucas, mas numerosas quanto ao número de indivíduos. Nos países temperados, de 150 a 200 espécies podem ocorrer numa localidade em várias estações do ano, as regiões tropicais tendem a apresentar muitas espécies. As aves ás vezes ocorrem em enormes grupos.

Vôo

O corpo fusiforme aerodinâmico oferece um mínimo de resistência ao ar no movimento para a frente e a forma das asas e a maneira de movimento-las resulta em propulsão com gasto limitado de energia. A asa é um aerofólio, com o bordo de ataque mais espesso, bordo de fuga fino, superfície superior ligeiramente convexa e inferior côncava. Esta forma parte eficientemente o ar na frente e deixa um mínimo de ar turbulento para trás. A álula dirige um fluxo de ar de movimento rápido perto da superfície superior da asa, auxiliando a evitar a turbulência. A forma da asa é relacionada com o tipo de vôo, curto, mas larga, em aves que habitam capoeiras, mas longa e freqüentemente estreita naquelas que voam ou planam no ar aberto.

Planar é o tipo mais simples de vôo, com asas abertas, mas imóveis como nos patos descendo para a água e nas codornizes e outras aves pousando na terra. As aves mantém ou aumentam sua altitude sem bater as asas. O ar quente que se eleva do solo aquecido pelo sol ou das rochas provoca térmica ascendentes nas quais as aves freqüentemente circulam para manter sua posição.
Há uma grande variedade no vôo das diferentes espécies, desde o falcão que mergulha com asas parcialmente dobradas para pegar sua presa, até o beija – flor que pode voar para frente e para trás e pairar, com 30 a 50 batimentos das asas por segundo.

Atividade

As aves são ativas em todas estações do ano, por serem endotérmico, mas há espécie que fica em torpor durante o inverno, espécies diurnas são ativas do amanhecer até o anoitecer e corujas e curiangos alimentam-se durante a noite. Aves diurnas freqüentemente dormem de noite, com a cabeça voltada para trás, por baixo das penas de uma asa. Isto mantém o bico quente e a ave respira ar aquecido, algumas aves aquáticas podem dormir de dia, flutuando com uma perna estendida para evitar serem levadas pela correnteza , corujas tem penas aveludadas e são capazes de atacar sua presa em silêncio, sua visão noturna e a audição são acuradas. Suindara são capazes de atacar em escuridão total, mas tem dificuldades se o disco facial cordiforme for removido, aparentemente o disco focaliza ondas sonoras. A localização pelo som, mas corujas também parece ser auxiliada pela assimetria no tamanho e na localização das aberturas auditivas em muitas espécies.

A temperatura do corpo de uma ave é regulada e geralmente mais alta que a do ambiente. A temperatura diurna da maioria dos adultos é cerca de 40 a 42% C, variando de acordo com as espécies. A temperatura é mais elevada do que a encontrada em outros grupos de vertebrados com exceção de alguns lagartos, e está relacionada com a alta taxa metabólica e vida ativa das aves, ditadas pelas necessárias de vôo. A capacidade de voar fornece maior oportunidade de procurar de alimento e fuga dos inimigos e torna possível longas migrações, a velocidade de vôo varia de 30 a 80 ou mais km por hora, durante o mergulho no ar os falcões podem atingir uma velocidade superior a 200 km por hora.

Voz

A maioria das aves pode emitir gritos e cantos. Os gritos geralmente são sons breves, relativamente simples, esteoripados que influenciam o comportamento diário de manutenção, alimentação interação entre pais e filhotes, movimentos ( migração ), evitando o perigo e reunindo aves. Os cantos tendem a ser mais complexos do que os gritos fortemente influenciados pelas modificações endócrinas do ciclo reprodutivos e são relacionados com a reprodução, inclusive o estabelecimento e a defesa de um território, atraem uma parceira mantém a união de um casal e sincronizam os ciclos reprodutivos de machos e fêmeas.
A altura e o volume freqüentemente estão relacionados com a distância de comunicações e o tipo de habitat. A vegetação densa impede grandemente a transmissão de sons muito altos.
Os padrões do canto de uma espécie podem variar geograficamente e podem existir dialetos em diferentes partes da área de sua distribuição apenas aves e o homem transmitem dialetos.

A caixa vocal das aves é a siringe, ela varia em complexidade, em forma simples pode ser um câmara de ressonância sem músculos ou membranas especiais na base da traquéia ou pode conter um fina membrana estendida através das extremidades abertas dos anéis traquéias, que vibra no fluxo de ar expelido, em forma mais complexa uma fina e clara membrana timpânica interna estende-se através das extremidades abertas dos anéis bronquiais superiores na siringe, formando uma janela na parede na base de cada brônquio. A pressão é aumentada no saco aéreo interclavicular que circunda a siringe e o saco pressiona contra as janelas forçando –as a se arquearem para o interior da siringe. O ar dos pulmões faz com que as membranas timpânicas vibrem quando ele passa através das contrições assim produzidas músculos das paredes externa da siringe modificam a tensão sobre as membranas. O notável poder de sustentação do canto de algumas aves resulta da ressonância nos sacos aéreos. O canto é o meio pelo qual as aves se reconhecem entre si tanto como espécie quanto como indivíduo.

Migração

Muitas espécies migram ou deslocam-se regularmente de uma região para outra com a mudança das estações. Tanto as rotas de verão como as de inverno das espécies são bem definidas. Os resultados de marcação de aves individuais com faixas numeradas nas pernas mostram que muitas voltam a lugares previamente ocupados a maior parte da migração é para o norte e para o sul ou latitudinal, aves movem-se dentro de grandes massas de terra das regiões setentrionais temperadas e subárticas onde há facilidades de alimentação e nidificação durante os meses quentes e depois retiram-se para o sul, onde passam o inverno.

Algumas outras aves fazem migrações altitudinais para regiões montanhosas para passarem o verão e voltam para as terras baixas para o inverno, isto ocorre nas montanhas rochosas e no sistema cascade – sierra nevada do oeste da América do norte.
A maioria das espécies usa rotas estabelecidas para a migração e viaja mais ou menos dentro de um horário, chegando e desaparecendo regularmente, de acordo com o calendário.
Migração, reprodução e muda são fases do ciclo anual das aves, todas reguladas pelo sistema neuroendócrino. Antes da migração, acumulam rapidamente reservas de gorduras não presentes em outras épocas para combustível extra durante os longos vôo. Muitas aves estritamente diurnas também tornam-se noturnas durante a migração. Antes da migração aparece uma inquietação e as aves começam a mover-se em direção de seu alvo migratório, o seu desencadeamento é influenciado por estímulos ambientais que atuam através do sistema neuroendócrino das aves, em espécies de zonas temperadas, o estímulo mais importantes é a modificação do comprimento do dia, mas as condições meteorológicas também podem influenciar a época da partida. O relógio biológico envolvido pode ser a glândula pineal das aves controla sua atividade locomotoras diária.
Durante a migração, algumas aves seguem marcas terrestres óbvias – costas, rios, cadeias montanhosas mas outras passam sobre mares ou terras sem características direcionais. Muitas aprendem rapidamente e lembram de aspectos topográficos. Muito ainda precisa ser aprendido a respeito do mecanismo de navegação por relógio biológico das aves e, sem dúvida, serão encontradas diferenças específicas que foram fixadas no sistema nervoso durante incontáveis gerações de seleção natural.

Alimentação

A temperatura alta e regulada do corpo das aves, sua grande atividade e seu pequeno peso tornam necessária grande quantidade de alimento com alto valor energético. Os níveis de açúcar no sangue são geralmente duas vezes mais altos nas aves do que nos mamíferos já que nenhuma tem mais do que uma reserva limitada de gordura, uma ave não pode sobreviver durante muito tempo sem alimento. Jovens que ainda estão no ninho podem comer mais do que o próprio peso num dia e adultos de muitas espécies pequenas necessitam de um quanto até metade de seu peso diariamente. O papo e o estômago podem ser enchidos duas vezes por dia ou mais freqüentemente os jovens em crescimento de algumas espécies são alimentados algumas centenas de vezes por dia pelo pais.
As necessidades de água diferem largamente muitas espécies podem viver apenas onde a água é rapidamente acessível. Aves marinhas tem glândulas especiais de secreção de sais para eliminar o excesso de sais ingerido com o alimento ou ao beber água do mar.

Reprodução

A fecundação é sempre interna e todas as aves botam ovos com muito vitelo e uma casca calcária dura, que precisam ser aquecidos ou incubados para o crescimento do embrião. Os filhotes de galinhas, codornizes, patos, aves litorâneas e outras são nidifugos, sendo bem formados, totalmente cobertos de plumas e capazes de perambular logo após a eclosão, enquanto que os de aves canoras, pica paus, pombos e outros são cegos ( olhos fechados ). Nus e desprotegidos quando eclodem e precisam ser alimentados e cuidados no ninho estes são chamados nidícolas, o revestimento e os cantos de sua boca frequentemente são coloridas, servindo de alvo para os adultos quando os filhotes pedem comida.

Cada espécie tem uma estação característica de reprodução, usualmente algumas semanas na primavera ou no verão. As atividades reprodutivas seguem-se ao aumento do tamanho e do funcionamento das gônadas e são controladas por hormônios. O aumento do tamanho das gônadas é efetuado através da hipófise que, por sua vez, é indiretamente afetada pela luz.
A época da reprodução para muitas espécies começa com os machos emitindo seus cantos característicos em intervalos freqüentes e muitos realizam rituais nupciais na presença das fêmeas entre muitas aves terrestres pequenas cada macho apodera-se e defende um território apropriado ás necessidades de um casal no período necessário á criação da prole. Outros machos da mesma espécie e predadores não são tolerados. Quando uma fêmea encontra um macho assim estabelecido, o casal segue com a construção do ninho, acasalamento, ovipostura, incubação e cuidado dos filhotes. Em algumas espécies ambos os sexos participam totalmente, enquanto que em outras um dos sexos realiza a maioria das obrigações. O chocar geralmente deixa os pais com a plumagem gasta, que é renovada na muda pós – nupcial.
Algumas aves aquáticas e poucas terrestres desovam no solo ou em rochas nuas, mas a maioria das espécies constrói um ninho para conter os ovos e obrigar os filhotes. O número médio de ovos postos por uma fêmea em uma ninhada é menor em aves que nidificam em lugares seguros e maior em aves que nidificam no chão. Geralmente as espécies de zonas temperadas tem ninhadas maiores do que as espécies tropicais, algumas aves são poedeiras determinantes pondo uma ninhada de tamanho fixo e outros são poedeiras indeterminantes, capazes de por ovos adicionais para substituir perdas eventuais. Aves litorâneas e algumas outras que nidificam em lugares abertas tem ovos com coloração protetora, assemelhando – se muito aos arredores.

Todas as aves jovens requerem cuidado após a eclosão, isto inclui alimentação e proteção contra o frio, chuva ou calor excessivo do sol. Os jovens são tratados e defendidos pelo adultos durante algum tempo após o abandono do ninho.

Relações com o homem

Alguns povos usam aves selvagens para alimento e vestuário inseticidas com base em hidrocarbonetos clorados são agora uma série ameaça á vida das aves, particularmente de espécies situadas no topo de cadeia alimentar.
Muitas aves pequenas consomem insetos nocivos e sementes de plantas daninhas sendo um agente na redução de tais pragas. A maioria dos gaviões e corujas alimentam-se de roedores prejudiciais as plantações e assim são benéficos, mas alguns podem destruir aves domésticas, aves de caça e aves canoras, mas seus efeitos benéficos geralmente são maiores que os prejuízos. Espécies necrófagos eliminam carniça. Espécies nectarívoras são polinizadores importantes das Fanerogamas certas aves, danificam plantações comendo sementes recém – plantadas ou plantas jovens, sementes maduras, frutos e bagas, ou sendo agentes de dispersão de ervas daninhas.
Algumas aves são vetores de doenças que podem ser transmitidas ao homem encefalite, ornitose, e o homem pode infesta-se com uma moléstia pulmonar provocada por fungos histoplasmose. O fungo é transportado na poeira das fezes das aves.
Populações de algumas espécies raras e ameaçadas estão sendo aumentadas por criação em cativeiro. A maior contribuição econômica das aves de ilhas costeiras que é usado como fertilizante e das costeiras, que é usado como fertilizante e das espécies que ele domesticou as de granja ou galinheiros, que servem para alimento, fornecem ovos e penas para uma gama de usos muitas outras aves foram domesticadas por razões estéticas.

Aves fósseis

Restos fósseis de aves são mais raros que os de alguns outros vertebrados terrestres por que seus esqueletos delicados são menor adequados a serem preservados. As aves originaram–se dos répteis, provavelmente de pequenos tecodontes primitivos bípedes, que também foram os ancestrais dos dinossauros, ou dos próprios dinossauros.

Classificação

Corpo coberto com pernas.
Membros anteriores geralmente transformados em asas adaptados para o vôo.
Membros posteriores para andar, empoleira-se ou nadar.
Geralmente com quatro artelhos, nunca mais.
Boca estendida como um bico, sem dentes.
Crânio com um côndilo occipital, fundido á numerosas vértebras formando um sinsacro aberto ventralmente.
Coração com quatro câmara.
Pulmões compactos, com sacos aéreos.
Caixa vocal na base da traquéia, geralmente sem bexiga.
Temperatura do corpo regulada.
Ovíparos.
Jurássico superior a recente.
8.700 espécies.

Classe aves

Sub classe 1. + Archaeornithes

Sub classe 2. Neornithes

Superordem A + Odontognathae
Aves com dentes do novo mundo.

Ordem 1. Hesperornithiformes
Clavículas não fundidas, esterno sem quilha, asa formada apenas pelo úmero vestigial, ambos os maxilares com dentes.

Ordem 2. Chthyornithiformes
Clavículas fundidas, esterno com quilha, asas bem desenvolvidas, maxilares dentados.

Superordem B. Neognathae
Aves típicas, sem dentes.

Ordem 1. Tinamiformes
Inambus e macuco, asas curtas, arredondados, desenvolvidas para o vôo, esterno com quilha, cauda muito curta, pigóstilo reduzido, cascas dos ovos muito lustrosas, sul do México ao sul da América do sul.

Ordem 2. Rheiformes
Emas, não voam, terrestres asas reduzidas, coracóide e escápula pequenos esterno sem quilha, 3 artelhos para frente em cada pé, cabeça e pescoço parcialmente cobertos com penas, penas sem hiporráquis, jovem nidífugo. América do sul.

Ordem 3. Struthioniformes
Avestruzes. Aves andadoras que não voam, asa reduzidas, coracóide e escápula pequenos, geralmente fundidos, esterno sem quilha, sínfise pubiana presente, pigóstilo muito pequeno apenas dois artelhos em cada pé, cabeça, pescoço e pernas com penas escassa, penas sem hiporráquis, África e arábia.

Ordem 4. Casuarriformes
Casuares e emus. Não voam, asas reduzidas, coracóide e escápula pequenos, terrestres, esterno sem quilha, 3 dedos para frente em cada pé, asas pequenos, pescoço e corpo densamente cobertos com penas, penas com hiporráquis quase do tamanho da ráquis, jovens nídifugos, Austrália, Nova Guiné.

Ordem 5 + Aepyornithiformes
Sem capacidade de vôo, terrestres, esterno curto, largo e sem quilhas, asas vestigiais, 4 artelhos, Madagascar.

Ordem 6. Dinornithiformes
Moas e quivis. Não voam, terrestres, bico longo e delgado com narina na extremidade, asas degeneradas, esterno sem quilha, quatro artelhos, plumagem do corpo fofa, semelhante a pêlos, sem hiporráquis, Nova Zelândia.
Subordem A + dinornithes moas
Subordem B + apteryges quivis

Ordem 7. Podicipediformes
Mergulhões, pecaparas. Cauda um tufo de penas plumosas, pernas bem posteriores no corpo rótula grande, tarso comprimido, pés lobados, em águas doce calmas alguns em baías ou costas oceânicas, filhotes nidífugo, alimentam-se de pequenos animais aquáticas e alguns materiais vegetais.

Ordem 8. Sphenisciformes
Pingüim. Sem dentes, não voam, membros anteriores semelhantes a remos ossos muito comprimidos, metatarso incompletamente fundido, 4 artelhos todos dirigidos para frente e para fora, pés com palmouras, penas pequenas semelhantes a escamas, nidificam em colônias em ilhas rochosas ou no gelo, oceanos meridionais até as ilhas Galápagos. Gregários 17 espécies.

Ordem 9. Procellariiformes
Albatrozes e procelárias. Narinas tubulares, bainha córnea do bico composta de várias placas, crânio com grandes glândulas nasais, artelho posterior vestigial ou ausente, plumagem compacta, com textura oleosa, asa longas estreitas, filhotes cobertos com plumas quando eclodem, estreitamente oceânicas, nidificam em ilhas.

Ordem 10. Pelecaniformes
Pelicanos, biguas, mergulhões, atobás, fragata. Todos os quatro incluídos na palmoura do pé, narinas vestigiais ou ausentes, uma bolsa gular na garganta com exceção de aves tropicais, aquáticas, filhotes nus ao eclodirem.

Ordem 11. Anseriformes
Patos, gansos, marrecos, e cisnes. Bico alongado, coberto com epiderme cornificada mole contento numerosas terminações nervosas tácteis em botões sensitivos, com unha ou capa mais dura na extremidade, margens do bico com muitos sulcos transversais cornificados, língua carnosa, pernas curtas, pés com palmouras, cauda geralmente curta, com muitas penas, ninho forrado de penas, ovos de cor uniforme, sem manchas, filhotes cobertos com penas quando eclodem, nidífugo, cosmopolitas, mais de 200 espécies.

Ordem 12. Ciconiiformes
Garças, cegonha, ibis e flamingos. Aves de pescoço e penas compridas, vadeadoras, com plumas decorativas ( garças ), áreas nuas da cabeça ( cegonha ), bico abruptamente recurvado no meio ( flamingos ), palmouras pequenas ou ausentes ( com exceção dos flamingos ), filhotes cobertos com plumas, principalmente tropicais e subtropicais, geralmente próximos da água, alimentam-se principalmente de peixes ou de outros animais aquáticos, muitos nidificam em colônias nas árvores.

Ordem 13. Falconiformes
Urubus, abutres, milhafres, gaviões e águias. Bico forte, curvado na extremidade, com pele mole, nua na base, mandíbulas com margens afiadas, pés usualmente adaptados para agarrar com garras curvas e afiadas, predadores, ativos durante o dia, vôo forte, rápido em alguns alimento variamente de vertebrados e animais menores.

Ordem 14. Galliformes
Tetrazes, codornizes, faisões, perus. Bico curto, penas com hiporráquis, pés geralmente adaptados para ciscar e correr, filhotes cobertos com plumas ao eclodirem e nidífugo, aves de caça, algumas espécies domesticas, alimentam-se principalmente de matérias vegetais.

Ordem 15. Gruiformes
Grous, saracuras, galinha d’ água. Penas com hiporráquis, de tamanho grande e vôo forte, habitantes de pântanos abertos e pradarias ou de tamanho médio a pequeno, de vôo fraco filhotes nidífugo.

Ordem 16. Charadriiformes
Gaivotas. Aves ribeirinhas e aquáticas, artelhos geralmente unidos por palmouras pelo menos na base, plumagem densa e firme, pernas mais ou menos longas, asas forte, ou com apenas 3 artelhos e pernas bem na parte posterior do corpo, ovos muito manchados, filhotes nidífugo na maioria das espécies.

Ordem 17. Gaviiformes
Pernas curtas, na extremidade posterior do corpo, artelhos totalmente ligados por palmouras, rótula reduzida, cauda com 18 a 20 penas curtas e rijas, vôo rápido, reto, peritos em mergulhar, jovens nidífugo, alimentam-se de peixes, parte norte do hemisfério norte.

Ordem 18. Columbiformes
Pombos. Bico geralmente curto e delgado, com pele mole grossa na base, tarso geralmente mais curto que os artelhos, papo grande produzindo o leite de pombo para alimentar os filhotes, ovos sem manchas, geralmente brancos, filhotes nus, cosmopolitas.

Ordem 19. Psittaciformes
Papagaios. Bico forte, estreito com margens afiadas e curvo na extremidade, maxilar superior móvel no osso frontal do crânio, bico com ceroma mole, freqüentemente com penas, 2 artelhos para frente e 2 para atrás, artelho posterior externo não reversível, pés adaptados para agarrar, plumagem brilhante verde, azul, amarela, ou vermelha em florestas tropicais e subtropicais muitos gregários e com vozes altas, alimentam-se principalmente de frutos.

Ordem 20. Cuculiformes
Cucos, anus. Cosmopolitas, dois artelhos na frente e dois atrás, artelho posterior externo reversível, pés não adaptados para agarrar, cauda longa, bico moderado, muitos cucos do velho mundo parasitas, a fêmea pondo seu ovo no ninho de outras pequenas aves, para incubação e cuidado do filhote, o jovem cuco geralmente acotovela os donos reais para fora do ninho.

Ordem 21. Striigiformes
Corujas. Cosmopolitas, cabeça grande e arredondado, olhos grandes e dirigidos para frente cada um num disco de penas radiais, abertura do ouvido grande, freqüentemente com uma cobertura semelhante a uma aba, as vezes assimétrica, bico curto, pés adaptados para agarrar garras afiadas, plumagem de textura mole e frouxa, ovos brancos, filhotes cobertos com plumas ao eclodirem, ativas principalmente durante a noite, escondem-se em abrigos durante o dia alimentam-se de vertebrados terrestres, especialmente mamíferos, algumas aves e artrópodes.

Ordem 22. Caprimulgiformes
Bacuraus, curiangos. Bico pequeno e delicado, mas boca larga e marginada por penas semelhantes a longas cerdas, penas e pés pequenos e fracos, não adaptados para agarrar, plumagem macia e frouxa, ativos principalmente ao anoitecer e durante a noite, alimentam-se de insetos noturnos capturados no ar.

Ordem 23. Apodiformes
Andorinhões e beija flores. Tamanho geralmente pequenos, pernas muito curtas e pés muito pequenos, asas pontudas, bico pequenos e fraco ou delgado com língua tubular longa, ovos brancos, ativos durante o dia, alimento capturado durante o vôo, maioria tropical

Ordem 24. Coliiformes
Pequenas, semelhante a passarinhos, 1o e 4o artelhos reversíveis, cauda muito longa, África.

Ordem 25. Trogoniformes
Surucuás. Bico curto e forte, com cerdas na base, pés pequenos e fracos, plumagem brilhante, freqüentemente verde, mas macia e frouxa.

Ordem 26. Coraciiformes
Martim pescadores, arirambas. Terceiro e quarto artelhos fundidos na base, bico forte, principalmente nos trópicos.

Ordem 27. Piciformes
Tucanos, pica paus, araçaris.

Ordem 28. Passeriformes
Passeriformes. Três artelhos para frente e um para trás, adaptados para empoleira-se e nunca reversíveis nem unidos, asa com 9 ou 10 primárias inclui a grande maioria das aves conhecidas, 4 Subordem, 69 famílias, cerca de 5.100 espécies.

Atividade educativa no dia das crianças

  • Atividade realizada para comemorar o dia das crianças.

  • Mostrando para os alunos que eles possuem ossos, atividade bem divertida e prática.

Conhecendo os Vertebrados

  • Nessa atividade as crianças conheceram mais um pouco sobre os animais vertebrados

  • Identificaram a diferença existente em relação aos invertebrados.

  • As atividades práticas são fundamentais para o desenvolvimento intellectual dos alunos.

Conhecendos os Vertebrados

  • Durante a aula os alunos aprenderam o conceito sobre vertebrados e invertebrados, podendo manipular diversos animais que possuem ossos.

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