Tratamento de Água

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Colégio Educarte: Museu Saturnino de Brito - Tratamento de Água (2011) - 7° ano

Os alunos foram conhecer a biografia de Saturnino de Brito e a função dos canais.

Nessa parte da atividade os alunos estão conhecendo como é realizado a coleta e tratamento do esgoto e água da Baixada Santista.

 

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Tratamento de água

Conhecida como solvente universal, a água sempre retém algum resíduo dos materiais com os quais entra em contato. Mesmo a água doce da natureza, presente nos rios, lagos e lençóis subterrâneos, contém resíduos das substâncias presentes no meio ambiente, como sais dissolvidos, partículas em suspensão e microorganismos.

Para garantir que a água fornecida à população seja potável, a Sabesp busca fontes de água de boa qualidade e utiliza alta tecnologia de tratamento para eliminar todos os poluentes e agentes ameaçadores à saúde.

Nas Estações de Tratamento de água (ETA´s) operadas pela Sabesp, a água bruta passa por diversos processos. Os principais são Desinfecção, Coagulação, Floculação, Decantação, Filtração, Correção do pH e Fluoretação.

Todas essas etapas de tratamento e o uso de produtos químicos auxiliares servem para destruir microorganismos que podem causar doenças, retirar impurezas, controlar o aspecto e gosto, garantindo a qualidade da água fornecida pela empresa. O processo de Fluoretação tem relação direta com a saúde bucal da população, reduzindo em mais de metade os casos de cárie.

Após esse tratamento, a água é armazenada para ser distribuída à população.

A preocupação com a qualidade em todas as etapas do processo é fundamental. A Sabesp atende e supera os padrões de potabilidade exigidos pelo Ministério da Saúde, baseados na Organização Mundial da Saúde e portaria MS nº 1469, de 29 de dezembro de 2000. O controle de qualidade é rígido e rigoroso, e a conquista do ISO 9002 é prova da excelência dos serviços prestados.

Reservação e Distribuição

Após o tratamento, a água bruta recolhida nos mananciais é armazenada, primeiro em reservatórios de distribuição e depois em reservatórios de bairros, espalhados em regiões estratégicas das cidades. Desses reservatórios a água vai para as tubulações, que formam redes de distribuição, com construção e manutenção feitas pela Sabesp.

Todas as ações da empresa são planejadas e controladas de maneira que, em caso de reparos ou trocas na tubulação, o sistema permite que as redes interligadas garantam o abastecimento ininterrupto aos consumidores. Visando diminuir o índice de perdas de água no sistema - perdas comuns em todas as empresas de saneamento -, a Sabesp criou o Programa de Controle e Redução de Perdas, com diversas ações que estão diminuindo o desperdício.

Para garantir a qualidade do seu produto e a saúde da população que atende, a Sabesp faz um monitoramento diário em pontos representativos do Sistema de Distribuição de água. São coletadas cerca de 12.000 amostras e realizadas mais de 20.000 análises mensais, somente na região metropolitana de São Paulo. Os parâmetros observados são: coliformes, bactérias heterotróficas, cloro, cor, turbidez, pH, ferro total, alumínio, flúor, cromo total, cádmio, chumbo e trihalometanos (THM). Todo esse cuidado faz com que a água fornecida pela Sabesp esteja dentro dos padrões mundiais estabelecidos pela OMS - Organização Mundial de Saúde.

Um cuidado especial que a Sabesp tem, preocupada em oferecer conforto ao consumidor, é com relação ao gosto da água. Dependendo das características naturais e do tratamento utilizado para garantir a potabilidade, a água pode apresentar variações em seu sabor. Uma equipe de degustadores prova a água, retirada de diversos pontos da rede de distribuição na Grande São Paulo.

Treinados para identificar mínimas alterações, os degustadores permitem aos técnicos fazerem as correções necessárias.

Com a constante preocupação em melhorar ainda mais o seu serviço, a Sabesp vem implantando sistemas de qualidade no monitoramento. Os laboratórios foram automatizados, o que gerou mais agilidade e eficiência nos resultados e, em 1998, os localizados na Região Metropolitana de São Paulo receberam o certificado ISO 9002. Um destaque é o Laboratório de Controle Sanitário de Franca, o primeiro do país a obter o credenciamento no Instituto Nacional de Metrologia, Normatização e Qualidade Industrial (INMETRO), recebendo o ISO Guide, pela excelência no resultado das suas análises. Com esse credenciamento, a Sabesp passou a integrar o grupo de empresas que apresentam 100% de qualidade nos processos de análise sanitária, nos resultados e no compromisso com a população que atende, equiparando-se aos parâmetros de empresas canadenses e européias.

Tecnologia de tratamento de água

Bóias de Monitoramento

A ocupação desordenada e o uso inadequado do solo vêm comprometendo seriamente a qualidade de água dos mananciais que a Sabesp utiliza para fornecimento público. Desde meados da década de 70, a empresa vem fazendo um controle das densidades de algas nos reservatórios. A partir de 1987, o monitoramento passou a incluir pontos de amostragem nos rios contribuintes, com coletas em intervalos que variam de quinzenais a trimestrais. Todo esse cuidado é fundamental para que a Sabesp possa se antecipar aos possíveis problemas que possam alterar a composição da água, exigindo assim um tratamento diferenciado.

Para aumentar a eficiência desse sistema de vigilância e, conseqüentemente, reduzir os riscos sanitários e ambientais, a Sabesp investe pesado em tecnologia, como é o caso das Bóias de Monitoramento em Tempo Real, que hoje realizam o monitoramento contínuo da qualidade de água dos mananciais.

O sistema de monitoramento em tempo real tem como objetivo medir desde parâmetros de qualidade de água (cor, turbidez, pH, oxigênio, entre outros), até temperatura da coluna de água, penetração de luz e a velocidade e direção da corrente, fornecendo informações precisas dos mananciais em diferentes situações climáticas. Esses dados são obtidos através dos sensores instalados nas bóias, que ficam em pontos pré-determinados dos reservatórios. As bóias fazem a leitura, armazenagem e transmissão via rádio dos dados gerados.

As unidades de recepção transferem automaticamente os dados, via linha telefônica, para a unidade central e ainda colocam à disposição as informações geradas nas últimas 24 horas, em forma de gráficos. É na unidade central de recepção que a consistência desses dados é analisada e, em situações de alarme, o programa gerenciador estabelece automaticamente comunicação com as unidades de recepção para obtenção de dados.

Um dos benefícios desse monitoramento é a melhoria no processo de detecção de fenômenos que provocam alterações bruscas na qualidade da água bruta, assegurando a potabilidade do produto tratado para distribuição.

As bóias fornecem 24h por dia, dados como penetração da luz, velocidade da corrente, temperatura e outros parâmetros de qualidade da água. As informações transmitidas na hora ajudam a empresa a conhecer melhor os mananciais e a detectar as causas de irregularidades.

Por exemplo, as bóias servem para notificar a Sabesp quando dejetos são jogados numa represa durante a noite. Desta forma, é possível definir com agilidade o tratamento mais adequado à água captada, garantindo a qualidade do produto distribuído à população.

CAL
Normalmente a aplicação ocorre na água bruta recolhida no início do tratamento, a fim de corrigir o pH (índice de acidez) da água.

CLORO
A adição de cloro é importante para a desinfecção da água, mantendo-a saudável durante todo o percurso, até chegar às torneiras. A cloração elimina microorganismos nocivos, evitando doenças.

FLÚOR
A Fluoretação é a aplicação de dosagens de composto de flúor na água tratada, sendo uma ação importante para a saúde pública. Essa prática previne e reduz drasticamente a incidência da cárie dentária na população, principalmente durante a idade da formação dos dentes (até aproximadamente 14 anos).

Aqualog
automação para Sistemas de Produção de Água e de Tratamento de Efluentes
O Aqualog acionam, monitoram e controlam, automaticamente, válvulas, dosadoras de produtos químicos, níveis de reservatórios e outros equipamentos, além de disponibilizar tabelas e gráficos como ferramentas essenciais de gerenciamento. É uma tecnologia desenvolvida pela Sabesp para automação na área de saneamento ambiental, que possibilita a operação com máxima eficiência dos sistemas de produção de água e de tratamento de efluentes, proporcionando menores custos operacionais, maior confiabilidade e segurança.

VRP
Válvulas Redutoras de Pressão A VRP - Válvula Redutora de Pressão - permite o controle do consumo e a redução de pressão dos encanamentos, diminuindo o número de vazamentos e aumentando a vida útil das tubulações. Com a diminuição das perdas de água, a Sabesp e a população economizam, além de se diminuir a quantidade de água retirada dos mananciais, contribuindo para a preservação do meio ambiente.

Visita à Estação de Tratamento de Água da SABESP

  • Estudo do meio na Estação de Tratamento de Água da SABESP.

  • Os alunos do 6° ao 9°, conheceram o sistema de coleta de água no rio Cubatão, as fases e procedimentos para o tratamento da água.

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