História

warning: Creating default object from empty value in /home/ademirguerreiro/ademirguerreiro.net/modules/taxonomy/taxonomy.pages.inc on line 34.

Passeio pela História: Bonde

Os alunos estão preparados para iniciar o passeio pela História de Santos e do Brasil.

  • Conheceram o funcionamento do Bonde, aprendendo que antigamente os bondes eram puxados tração animal e depois passaram a ser elétricos.

  • Observaram pontos Históricos como: Prefeitura, Pantheon dos Andradas, Igrejas, Praças, Outeiro de Santa Catarina etc...

Viagem pela História: Bonde

  • Os alunos do segundo ano, foram conhecer o Centro Histórico de Santos através do passeio do Bonde.

  • Aprenderam um pouco sobre Bartolomeu de Gusmão, José Bonifácio, Brás Cubas, entre outros personagens Históricos de Santos e do Brasil.

  • Observaram que o bonde possui uma área para publicidade, conheceram as marcas antigas que faziam propaganda no bonde.

Pontos Culturais, Turísticos e Históricos de São Paulo

Negócios, cultura e festas.

Segunda maior cidade do mundo e centro econômico da América Latina, São Paulo é conhecida como capital do turismo de negócios do continente. Quem chega à cidade por terra logo percebe os espigões que dominam a paisagem e cobrem toda a área urbana. Quem chega por cima não pode deixar de notar a extensão da cidade, um mar de prédios e concreto que não parece ter fim.

Mas todo esse concreto é pontilhado por uma cultura rica e variada, museus de reconhecimento internacional e muito entretenimento. Áreas verdes como o Parque do Ibirapuera, um dos maiores parques urbanos do mundo, e o Parque do Trianon, um oásis verde em meio ao movimento da Avenida Paulista completam a paisagem, cheia de contrastes e surpresas.

A cidade foi colonizada por habitantes do mundo todo, como japoneses, chineses, italianos, libaneses. Cada um trouxe consigo sua cultura, que São Paulo soube incorporar de forma inigualável. A culinária é o que há de mais visível nessa mistura: na cidade podem ser encontrados restaurantes das mais variadas influências, das cantinas italianas do Bixiga até os tradicionais restaurantes japoneses da Liberdade.

Festas agitam o calendário da cidade, não apenas no carnaval - que rivaliza com os desfiles das escolas de samba do Rio de Janeiro e com as festas de Salvador, mas também em tradicionais festas paulistanas, como a de Nossa Senhora da Archiropita. A vida noturna também é comparável à das principais metrópoles do mundo, havendo opções de bares, restaurantes e danceterias para todos os gostos - e todos os dias da semana.

MASP

O mais importante dos museus de arte ocidental da América Latina, localizado na avenida que é o símbolo da cidade, teve seu prédio, de arquitetura moderna, projetada pela arquiteta italiana Lina Bo Bardi.

O museu possui um acervo de 3.487 obras, cobrindo um período artístico que vai da Idade Média até as primeiras décadas do século XX. Dentre elas, destacam-se obras de Bosch, Rembrant, Poussin, Van Gogh, Renoir e Degas, entre outros grandes nomes.

O MASP recebe exposições temporárias de toda a Europa e Estados Unidos e também promove algumas turnês mundiais, participando assim do circuito internacional das artes. Em seus auditórios, o museu também realiza apresentações de música, conferências e palestras.

Depois de uma inesquecível visita, você pode aproveitar o restaurante do museu, com serviço self-service.

Museu de Arte Moderna

Um dos museus de arte mais antigos do país, o MAM possui um acervo de cerca de 3,5 mil obras, quase todas nacionais, produzidas a partir da década de 20. Pinturas e esculturas de Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti, Alfredo Volpi, Brecheret, Amilcar de Castro, Tomie Othake, Bavarelli e outros fazem parte da coleção, que também inclui gravuras e objetos. A sede do MAM fica dentro do Parque do Ibirapuera, a maior área de lazer da cidade.

O museu realiza cerca de 20 exposições ao longo do ano, entre mostras do acervo, retrospectivas e coletivas. O restaurante é uma ótima opção para depois da visita, tem vista para as 22 obras do Jardim das Esculturas. Há também no espaço uma biblioteca, uma loja especializada em design brasileiro e livros sobre artes e um auditório onde acontecem apresentações de filmes, palestras e debates.

Pinacoteca

O prédio onde hoje se encontra a Pinacoteca foi projetado pelo arquiteto Ramos de Azevedo, inicialmente, para receber as atividades do Liceu de Artes e Ofícios. A bela construção neoclássica fica no recém restaurado Jardim da Luz, e tem à sua volta outros belos edifícios dos séculos XVIII e XIX.

Em novembro de 1905, o prédio recebeu a primeira coleção de 26 quadros, depois de ter passado por uma obra de adaptação. Há pouco tempo, a Pinacoteca passou por uma grande reforma em suas instalações. O acervo do museu, que possui mais de 5 mil peças entre esculturas, pinturas, gravuras e desenhos, fica no segundo andar.

São obras de extrema importância para a arte paulista, já que o acervo reúne trabalhos de artistas do estado como Almeida Júnior, Pedro Alexandrino e Oscar Pereira da Silva, além de obras de Cândido Portinari, Tarsila do Amaral e Victor Brecheret. No primeiro andar, o visitante pode apreciar as exposições temporárias do museu, pelo qual já passaram mostras de Rodin e Miró. Além das salas de exposição, o museu tem também cafeteria, biblioteca, restaurante e um auditório para 150 pessoas.

Museu do Ipiranga

Conhecido como Museu do Ipiranga, o edifício foi construído às margens do riacho do Ipiranga, onde D. Pedro I declarou a independência do país em 1822. A majestosa construção, em estilo neoclássico renascentista, está situada ao fundo do Parque da Independência, conferindo ao local um ar de palácio europeu.

Inaugurado em 1895, ele conta com um acervo histórico, a maior parte referente ao século XIX, que reúne armas, peças religiosas, mobiliário, objetos e jóias pessoais de grandes personagens da história paulista, além de utensílios de bandeirantes e índios.

Seu vasto jardim abriga uma réplica em tamanho reduzido dos jardins do Palácio de Versailles, obra do paisagista Arsênio Puttemans. O museu ainda possui biblioteca com 100 mil volumes e documentação histórica de 40 mil manuscritos, entre livros e periódicos.

Parque do Ibirapuera

A maior área de lazer da cidade de São Paulo, com 1,6 milhão de m2, é resultado de um dos primeiros grande projetos do paisagista Burle Marx e do arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer, também responsável pela construção de Brasília. Dentro do Ibirapuera, além de muito verde, estão instalados os edifícios da Bienal, do Planetário, o Obelisco, os museus do Folclore, da Aeronáutica e de Arte Moderna.

Ruas pavimentadas cruzam toda a extensão do parque, que tem quatro lagos, pistas de cooper, quadras poliesportivas, campo de adestramento de cães, lanchonetes e áreas de recreação infantis. Também podem ser visitados no parque o viveiro de plantas e um pavilhão japonês, com uma réplica do Palácio Imperial de Kyoto, no Japão.

Nos finais de semana, o parque é o refúgio de um grande número de paulistanos, que buscam tranqüilidade e áreas verdes. Nos finais de semana, também acontecem no parque shows de artistas conhecidos no país, geralmente aos domingos pela manhã.

Memorial da América Latina

O Memorial da América Latina, projetado por Oscar Niemeyer, é um dos mais modernos centros culturais da cidade. O conjunto de edifícios instalado em uma área de 78 mil m2 abriga um rico complexo de informações sobre a cultura do continente latino-americano.

No Pavilhão da Criatividade, a rica produção artesanal dos povos da região está em exposição permanente. Já a história está reunida na Biblioteca das Américas, uma área especializada que conta com sala de leitura, hemeroteca e sonoteca. No acervo, também há documentação de música erudita, música popular brasileira e hispano-americana, com cerca de mil horas de gravação. Na filmoteca, 1,2 mil filmes estão à disposição, sobre temas de ficção ou documentários.

O auditório do Memorial, destinado os espetáculos musicais, apresentações de dança, teatro, congressos e convenções, possui capacidade para 1.679 pessoas.

Museu de Arte Contemporânea

O Museu de Arte Contemporânea, MAC, tem sua sede dentro da Cidade Universitária, complexo de faculdades pertencentes à Universidade de São Paulo, a maior do país. Sua criação aconteceu em 1963, a partir de doações feitas pelo Museu de Arte Moderna e coleções particulares. Em seu acervo, estão quase cinco mil obras das mais variadas tendências artísticas contemporâneas.

Trabalhos de Picasso, Chagall, Matisse e Miró estão entre as obras do acervo, que possui também o auto-retrato de Modigliani. Entre os autores nacionais, destacam-se obras de Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti, Anita Malfatti, João Câmara e Wesley Duke Lee. O Museu também organiza exposições sistemáticas e oferecem disciplinas optativas aos cursos de graduação e especialização da universidade, atividades de ateliês e visitas orientadas.

Memorial do Imigrante

O Memorial do Imigrante, criado em 1998, é composto pelo Museu da Imigração, um Centro de Pesquisa e Documentação e os núcleo dos Transportes e de Estudos e Tradições. O Museu da Imigração, peça chave do complexo, foi fundado em 1993, com o propósito de preservar e divulgar a importância da imigração nas origens históricas da cidade e do país.

No memorial, instalado em um dos poucos edifícios centenários da cidade, parte da antiga Hospedaria dos Imigrantes, estão guardados praticamente todos os registros das pessoas que passaram pela Hospedaria. São listas de bordo dos navios que atracavam em Santos trazendo a mão-de-obra que iria trabalhar para ajudar a construir o país, além de documentos pessoas e cerca de cinco mil fotografias, livros e revistas.

A exposição permanente do memorial mostra todo o processo imigratório, desde a viagem, chegada na Hospedaria, ida para as fazendas e núcleos coloniais, finalizando com a integração do imigrante na sociedade. O Memorial possui também jardins, pátio interno, auditório (cerca de 100 lugares) e uma "fazenda de café", onde o público tem contato com um pequeno cafezal e objetos usados nas plantações.

Mosteiro de São Bento

A atual abadia é a quinta reconstrução dessa edificação que substituiu a morada do primeiro casal a habitar as terras paulistanas: os índios Tibiriçá e Bartira. No lugar da taba indígena, em 1598, foi construída uma capela em homenagem a Nossa Senhora de Montserrat.

A construção atual é de 1922, mas as últimas transformações no largo onde fica o mosteiro aconteceram na década de 80, com a construção do metrô, que incluiu um calçadão, bancos e jardins na paisagem de quem chega ao local.

Apesar de conhecido com o Mosteiro de São Bento, a padroira da igreja é Nossa Senhora de Assumpção. A construção tem estilo eclético, com elementos do neogótico. Entre os muitos recursos decorativos (pinturas, esculturas, vitrais), destacam-se o impressionante crucifixo barroco de 1777 e o ícone da Virgem de Kasperovo, de 1893, trazido por russos foragidos da revolução socialista.

Aos domingos, na igreja onde estão os restos mortais de vários personagens importantes da história brasileira, são realizadas cerimônias acompanhadas de belos cantos gregorianos.

Zoológico de São Paulo

O Zoológico de São Paulo ocupa uma área de mais de 820 m2 de mata atlântica original, alojando as nascentes do histórico Riacho do Ipiranga. As águas formam um lago, no qual várias espécies de aves exóticas podem ser encontradas. Além dos quase 2 mil animais exibidos em recintos semelhantes ao habitat natural, também podem ser vistos no local animais livres, nativos da região.

O bugio, o tucano-de-bico-verde e o teiú são alguns dos exemplos de animais que podem ser vistos livres. Mais de 65 milhões de visitantes já passaram pelo zoológico desde sua abertura, em 1958. Em 1996, o parque atingiu um recorde de 1,5 milhão de visitantes.
Instituto Butantã

No Instituto Butantan podem ser encontradas mais de 60 espécies de serpentes brasileiras e do exterior, além de várias espécies de aranhas e escorpiões. Entre as serpentes, destacam-se as najas da Índia, as jibóias e as sucuris. Além do museu, há também no instituto uma estação multimídia com informações sobre as serpentes brasileiras.

Para quem não gosta só de ver os animais através dos vidros, há também um serpentário ao ar livre, e um alambrado com macacos usados para experiências do instituto, que desenvolve várias pesquisas e é responsável pelo desenvolvimento e produção de vacinas antiofídicas. O Butantan também produz vacinas contra coqueluche, tétano e várias outras doenças e realiza pesquisas sobre a biologia e distribuição geográfica de serpentes, aranhas e escorpiões.

Solar da Marquesa de Santos

O Solar foi residência de D. Maria Domitilia de Castro Canto e Melo a Marquesa de Santos, a partir de 1834. A marquesa é apontada como uma das amantes do primeiro imperador brasileiro, D. Pedro I. As origens do Solar são desconhecidas embora, pelas características arquitetônicas, supõe-se que seja da segunda metade do século XVIII.

A sua atual feição data provavelmente da segunda metade do século XIX, já que ele passou por várias mudanças desde sua construção. No edifício, que desde 1975 passou a abrigar atividades da Secretaria Municipal de Cultura, são realizadas exposições permanentes e temporárias, projetos para a terceira idade, serviços educativos, atividades para a preservação do patrimônio histórico e cultural, projeção de vídeos e apresentações musicais. Há também em suas instalações um acervo de negativos, disponível para pesquisa.

Museu de Arte Sacra

O Museu de Arte Sacra funciona no Mosteiro da Luz, fundado e construído pelo frei Antonio de Sant'Anna Galvão, em 1774. O edifício caracteriza-se por ser o mais importante monumento arquitetônico colonial do século XVIII em São Paulo. O museu tem o objetivo de divulgar e preservar um dos mais importantes acervos museológicos do patrimônio sacro brasileiro.

Sua coleção reúne mais de quatro mil peças, das quais 800, provenientes das principais igrejas e capelas de todo o país, estão em exposição. Também no Mosteiro se acolhem as Irmãs Concepcionistas que, ainda hoje, se dedicam à oração e ao trabalho, vivendo em clausura.

Bairros típicos

Através dos séculos, a cidade de São Paulo foi colonizada por diferentes grupos de imigrantes. Cada um desses grupos se concentrou em bairros distintos, antes separados, que com o crescimento da cidade tornaram-se próximos. Os mais conhecidos são o Bixiga (hoje chamado Bela Vista) e a Liberdade, que começaram a ser povoados no início do século XIX. Mais recente, o Bom Retiro, bairro que concentra imigrantes coreanos e judeus, transformou-se em uma região conhecida pelas lojas de roupas a preços atrativos.

Brás, Bixiga e Barra Funda

Estes três bairros, de povoação bastante parecida, surgiram a partir da imigração de italianos, que vieram para trabalhar na lavoura. Com o tempo, os imigrantes começaram a se mudar para a cidade, fazendo surgir esses bairros. É no Bixiga (hoje conhecido como Bela Vista), onde acontece a mais tradicional celebração do aniversário de São Paulo.

Em 25 de janeiro, os "bixiguenses" preparam o Bolo de São Paulo, um pão-de-ló de mais de 400 metros, que é apreciado pelas mais de 5 mil pessoas que comparecem à festa todos os anos. Também é do Bixiga a mais conhecida das festas paulistanas, a dedicada a Nossa Senhora Achiropita, que acontece em agosto. O Museu do Bixiga, um delicioso apanhado de momentos da colônia italiana no Brasil, conta a história do bairro e de sua população. A nova Bela Vista é hoje também conhecida como o distrito dos teatros. Um sem-número de teatros se espalham pelos quarteirões da Avenida Brigadeiro Luis Antônio e pelas rias próximas, com espetáculos de qualidade. Na saída, aproveite para apreciar a saborosa comida italiana de uma das centenas de cantinas do bairro. Com direito a música ao vivo e atendimento com sotaque.

Liberdade

São Paulo que se concentra a maior colônia japonesa fora do Japão. E grande parte desses imigrantes adotou como casa o bairro da Liberdade, conhecido pela inusitada decoração encontrada nas principais ruas do bairro. Hoje, no bairro vivem também comunidades de coreanos e chineses. Da arquitetura das casas aos jornais impressos em línguas orientais, a Liberdade mantém acesa a tradição.

Na Praça da Liberdade, porta de entrada do bairro, comida e artesanato típicos podem ser aprecidos aos domingos, quando acontece a feira do bairro. A maior parte dos restaurantes típicos se concentra na Rua Tomás Antônio Gonzaga, enquanto nas ruas Galvão Bueno, Conselheiro Furtado e Rua da Glória são encontrados produtos de todos os tipos, de cosméticos a eletrônicos. O Museu da Imigração Japonesa documenta e celebra os 70 anos da imigração japonesa no Brasil. E completando a sensação de estar do outro lado do mundo, um templo budista de impressionante arquitetura é aberto ao público, na Rua São Joaquim.

Luz

O bairro da Luz, ainda que de povoamento mais antigo, também tem suas características singulares. A região foi durante muito tempo um local de passagem, fazendo com que pelo bairro estejam as duas primeiras e mais belas estações de trem da cidade. A Estação Júlio Prestes hoje funciona como sala de espetáculos e é sede da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. A Estação da Luz, de arquitetura ainda mais impressionante, continua servindo como estação de trens regionais. Ela foi construída nos moldes das estaçõs britânicas, com material trazido da Europa. Também no bairro fica o Parque da Luz, o primeiro da cidade, a Pinacoteca e o Mercado Municipal.

Festas típicas

Festa do Morro do Querosene

Três vezes por ano, no bairro do Butantã, na zona oeste da cidade, acontece a festa do Morro do Querosene. Versão paulistana das toadas do Bumba-meu-boi, ela existe há dez anos. no Sábado de Aleluia (véspera da Páscoa), acontece o Renascer do Boi. No dia 24 de junho se comemora o Batizado do Boi e em 23 de outubro a Morte do Boi. Participam da festa, além dos paulistanos, imigrantes do Maranhão e de Minas Gerais.

Festa da Santa Achiropita

No mês de agosto, a colônia italiana em São Paulo comemora o dia de Nossa Senhora Achiropita com uma grande festa popular. A comemoração, organizada pela comunidade e pela Paróquia de Nossa Senhora Achiropita, acontece nas ruas 13 de maio e São Vicente, no bairro do Bixiga. O ponto alto da festa é a comida e a música típicas. A festa de Achiropita é a mais conhecida e tradicional da cidade e atrai todos os anos milhares de visitantes.

Festas de São Vito, São Genaro e santo Emídio.

As festas de São Vito, São Genaro e Santo Emídio completam o circuito italiano das festas. No dia 15 de junho, nas ruas do Brás, é comemorado com muita comida e música o dia de São Vito. No dia 19 de setembro, a festa nas ruas da Moóca é em homenagem a São Genaro. A Festa de Santo Emídio, que acontece no bairro da Vila Prudente, dira três semanas durante o mês de agosto.
Festa do Verde

Em janeiro, o Parque do Ibirapuera, o maior da cidade, sedia a Festa do Verde. Sob a marquise do parque, centenas de expositores e comerciantes de plantas e jardinagem montam uma exposição de encher os olhos. Uma das principais atrações da festa é o Pronto-Socorro de Plantas, onde um biólogo fica de plantão para esclarecer dúvidas e dar dicas de como manter as plantas sempre em perfeito estado.

Bienal
Todos os anos, São Paulo também é sede de eventos culturais de porte internacional. A Bienal do Livro, assim como a Bienal de Artes, reúne o que de melhor se produz em cultura no país.

Maratona de São Silvestre

No último dia de cada ano, a cidade recebe centenas de atletas de todo o mundo, que participam da Maratona de São Silvestre. Poucas horas antes do novo ano, os atletas percorrem ruas da região central de São Paulo, na mais importante maratona do país.

História de Bertioga

O clima de Bertioga é o tropical chuvoso com verão quente e úmido.

A pelo menos 2.000 anos a.C. viviam na região tribos primitivas que deixaram como testemunho de sua existência os Sambaquis – montes artificiais de conchas de formas e dimensões diversas. Quando os portugueses chegaram ao Brasil foram encontrados vários grupos indígenas. Na região viviam os Tupis.

Em 1531, Martim Afonso de Souza recolheu as velas de suas naus em frente às águas de Buriquioca e, em 22 de Janeiro de 1532, fundou a vila de São Vicente. A Sesmaria de Bertioga foi doada a Jorge Pires, em 12 de Janeiro de 1545. Segundo anotações de Hans Staden, artilheiro alemão que naufragou em 1540, o Forte de São João fora levantado por cinco irmãos mamelucos. Em 1547, a paliçada de madeira foi substituída por alvenaria de pedra e cal e seu aspecto atual é conseqüência das reformas realizadas e terminadas em 1699.

No dia 27 de janeiro de 1565, Estácio de Sá e sua esquadra partem de Bertioga para, em 1º de março, fundar a cidade do Rio de Janeiro. No século XVII e XVIII, a caça à baleia intensifica-se em Bertioga, tendo como conseqüência a construção da armação das Baleias que extraía o óleo destinado à iluminação pública e particular das Vilas de Santos, São Vicente e São Paulo.

Até a década de 40, Bertioga restringia-se a um núcleo de pescadores. A partir da década de 50 começa a receber incremento de turismo, com a melhoria dos acessos viários. Somente em 1965, Bertioga passou a usufruir da energia elétrica fornecida pela Bandeirante de Eletricidade S/A, atual CESP.

Bertioga limita-se ao norte com Salesópolis, Biritiba Mirim e Mogi das Cruzes; a leste com São Sebastião; a oeste com Santos; ao sul com Guarujá e Oceano Atlântico. Em seus 482 km2 (85% área de preservação ambiental) vive uma população estimada em 30 mil habitantes, sendo que, no verão, a população flutuante é cerca de 350 mil habitantes.

A palavra Bertioga vem do nome dos índios Buriquioca ("buriqui" significa macaco, "oca" significa morada morada dos macacos buriquis. Com o tempo a palavra "buriquioca" sofreu modificações e transformou-se em Bertioga, nome do município.

Bertioga foi município de Santos até 19 de maio de 1991, quando a população em plebiscito optou pelo sim, ou seja, a emancipação de Santos. Em 29 de dezembro de 1993, pela Lei Estadual nº 8.512, Bertioga tornou-se Estância Balneária.

Os pontos de atração turística no município são: Canal de Bertioga, os rios, o Forte de São João, o Museu João Ramalho, a Vila de Itatinga, o Parque da Serra do Mar, o Shopping Riviera de São Lourenço. Em Bertioga há as seguintes praias: Enseada, São Lourenço, Itaguaré (lugar onde as onças vão beber água, em tupi), Boracéia (lugar de muita gente, em tupi).

Dos 46.150 metros de litoral em Bertioga, 33.100 metros são praias exploradas para turismo.

História dos Recursos Ambientais Brasileiros

O reconhecimento da importância dos recursos ambientais brasileiros remonta ao período do descobrimento, quando em carta datada de 1º de maio de 1500, enviado ao Rei de Portugal, Pero Vaz de Caminha relata as belezas naturais e o patrimônio existentes neste país.
O conceito de meio ambiente é, contudo, bem novo, assim como a gestão do meio ambiente constitui uma atividade também recente. Até há pouco tempo, os recursos ambientais eram tratados de forma isolada no Brasil, razão pela qual os instrumentos e os mecanismos necessários à gestão do meio ambiente ainda não estavam desenvolvidos e aperfeiçoados em sua plenitude. Por outro lado, as estruturas de Governo que foram sendo desenvolvidas ao longo do tempo para atender às demandas da sociedade, no que se refere à conservação e a preservação dos recursos naturais, estavam mais voltadas para o incentivo do desenvolvimento econômico, no qual a exploração desses recursos era apenas mais um elemento.
A Carta Régia de 27 de abril de 1442 é a primeira disposição governamental conhecida de proteção à árvore no direito português, à exceção dos casos de incêndio. Seguia-se ao período de notáveis vitórias portuguesas, no reinado de D. João I, em que a conquista de Ceuta, a descoberta da ilha da Madeira, da ilha de Santa Maria incorporaram à Coroa territórios nos quais a riqueza mais visível eram matas frondosas. Simultaneamente, a nação se encontrava empenhada em aumentar, cada vez, mais a sua já respeitável esquadra, sem o que seria impossível conservar a soberania sobre as novas terras. Ora, para isto não havia madeiras que bastassem. As disponibilidades européias eram reduzidas e tornava-se, pois, imprescindível estabelecer normas para o corte e punir todo desperdício.
Com a vinda da Família Real para o Brasil foi criado o Jardim Botânico do Rio de Janeiro, em 13 de junho de 1808. Atualmente, o Jardim Botânico do Rio de Janeiro é uma fundação vinculada ao Ministério do Meio Ambiente.
Até a década de 50, não havia no Brasil uma preocupação precípua com os aspectos ambientais; as normas existentes limitavam-se aos aspectos relacionados com o saneamento, a conservação e a preservação do patrimônio natural, histórico e artístico, e à solução de problemas provocados por secas e enchentes.
O período compreendido entre 1930 a 1950 caracterizou-se pela industrialização com base na substituição de importações. Nesse período o país foi dotado de instrumentos legais e de órgãos públicos que refletiam as áreas de interesse da época e que, de alguma forma, estavam relacionados à área do meio ambiente, tais como: o Código de Águas - Decreto nº 24.643, de 10 de julho de 1934; o Departamento Nacional de Obras de Saneamento (DNOS); o Departamento Nacional de Obras contra a Seca (DNOCS); a Patrulha Costeira e o Serviço Especial de Saúde Pública (SESP).
As medidas de conservação e preservação do patrimônio natural, histórico e artístico mais significativas, no período acima referido, foram: a criação de parques nacionais e de florestas protegidas nas regiões Nordeste, Sul e Sudeste; o estabelecimento de normas de proteção dos animais; a promulgação dos códigos de floresta, de águas e de minas; a organização do patrimônio histórico e artístico; a disposição sobre a proteção de depósitos fossilíferos, e a criação, em 1948, da Fundação Brasileira para a Conservação da Natureza.
Na década de 60, o Governo brasileiro se compromete com a conservação e a preservação do meio ambiente, efetivadas por meio de sua participação em convenções e reuniões internacionais, como por exemplo, a Conferência Internacional promovida pela UNESCO, em 1968, sobre a Utilização Racional e a Conservação dos Recursos da Biosfera. Nessa ocasião foram definidas as bases para a criação de um programa internacional dedicado ao Homem e à Biosfera (MAB - Man and Biosphere), que foi efetivamente criado em 1970. O Brasil, como membro das Nações Unidas, também assinou acordos, pactos e termos de responsabilidade entre países, no âmbito da Declaração de Soberania dos Recursos Naturais.
A década de 70 foi marcada pelo agravamento dos problemas ambientais, e, conseqüentemente, pela maior conscientização desses problemas em todo o mundo.
No período de 21 a 27 de agosto de 1971, foi realizado, em Brasília, o I Simpósio sobre Poluição Ambiental, por iniciativa da Comissão Especial sobre Poluição Ambiental da Câmara dos Deputados. Deste Simpósio participaram pesquisadores e técnicos do País e do exterior, com o objetivo de colher subsídios para um estudo global do problema da poluição ambiental no Brasil.
No entanto, somente após a participação da delegação brasileira na Conferência das Nações Unidas para o Ambiente Humano, realizada em 1972, em Estocolmo, Suécia, é que medidas efetivas foram tomadas com relação ao meio ambiente no Brasil. Participaram do evento representantes de aproximadamente 113 nações, 90% dos quais pertenciam ao grupo dos países em desenvolvimento. Nessa época, apenas 16 deles possuíam entidades de proteção ambiental. Os delegados dos países em desenvolvimento, liderados pela delegação brasileira, defendiam seu direito às oportunidades de crescimento econômico a qualquer custo. Ao final, foi proclamada, como forma ideal de planejamento ambiental, aquela que associasse a prudência ecológica às ações pró-desenvolvimento, isto é, o ecodesenvolvimento.
Esses países conseguiram ainda aprovar a declaração de que o subdesenvolvimento é uma das mais freqüentes causas da poluição no mundo atual, devendo, portanto, o controle da poluição ambiental ser considerado um subprograma de desenvolvimento, e a ação conjunta de todos os governos e organismos supranacionais convergir para a erradicação da miséria no mundo.
Nessa Conferência foram aprovados 25 princípios fundamentais que orientam as ações internacionais na área ambiental, tais como: a valorização do homem dentro do ambiente como ser que o transforma, mas que depende dele para sobreviver, e que o homem é o ser mais importante do mundo, pois promove o progresso social, cria riquezas e desenvolve a ciência e a tecnologia.
Ainda na década de 70, foi criada a Secretaria Especial do Meio Ambiente - SEMA, pelo Decreto nº 73.030, de 30 de outubro de 1973, que se propôs a discutir junto à opinião pública a questão ambiental, fazendo com que as pessoas se preocupassem mais com o meio ambiente e evitassem atitudes predatórias. No entanto, a SEMA não contava com nenhum poder policial para atuar na defesa do meio ambiente.
Várias medidas legais foram tomadas posteriormente com o objetivo de preservar e conservar os recursos ambientais e de controlar as diversas formas de poluição. A SEMA dedicou-se a defender dois grandes objetivos: estar atenta à poluição, principalmente a de caráter industrial, mais visível, e proteger a natureza.
Em 1968, tem início na Europa um movimento que se preocupava com os problemas ambientais nos seus países e no mundo, denominado Clube de Roma. Seus participantes – especialistas de várias áreas do conhecimento humano – reuniram-se em Roma para discutir a crise daquele momento e as crises futuras da humanidade.
Em 1972, o Clube de Roma publicou o seu relatório The Limits of Growth (Os limites do Crescimento), que alertava para o fato de que a humanidade teria, obrigatoriamente, um limite de crescimento com o modelo econômico então praticado, baseado no consumo exacerbado e altamente concentrado em poucas nações. Poucos meses depois realizou-se em Estocolmo, Suécia, a Conferência da ONU sobre o Ambiente Humano, de onde saiu um documento intitulado "Declaração sobre o Ambiente Humano". A Declaração reconhece a importância da Educação Ambiental como o elemento crítico para o combate à crise ambiental no mundo, enfatizando a premência de o homem reordenar suas prioridades.
Em 1977, a UNESCO-PNUMA promoveu a Conferência Intergovernamental sobre Educação Ambiental, que influenciou a adoção dessa disciplina nas universidades brasileiras.
O Governo Federal, por intermédio da SEMA, instituiu em 1981 a Política Nacional do Meio Ambiente, pela qual foi criado o Sistema Nacional do Meio Ambiente (SISNAMA) e instituído o Cadastro Técnico Federal de Atividades e Instrumentos de Defesa Ambiental. Por esse Cadastro foram definidos os instrumentos para a implementação da Política Nacional, dentre os quais o Sistema Nacional de Informações sobre o Meio Ambiente (SINIMA). Foi criado, também, o Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) que tem poderes regulamentadores e estabelece padrões de meio ambiente.
A SEMA propôs o que seria de fato a primeira lei ambiental, no País, destinada à proteção da natureza: a Lei nº 6.902, de 1981 – ano-chave em relação ao meio ambiente brasileiro.
Destaca-se a criação das seguintes unidades de conservação pelo governo federal: parques nacionais, reservas biológicas, reservas ecológicas, estações ecológicas, áreas de proteção ambiental e áreas de relevante interesse ecológico. Nos estados e municípios a preocupação centrou-se na proteção de mananciais e cinturões verdes em torno de zonas industriais.
Em 1985, apenas 1,49% da área total do País é ocupada por unidades de conservação.

Butantã: Museu Histórico

  • Eu e Roseli dentro do Museu Histórico.

  • Atrás uma exposição com fotos.

Visita Educativa, Cultural, ambiental e Histórica no Engenho dos Erasmos

  • Estudo do meio realizado no Engenho dos Erasmos que é administrado pela USP.

  • Atividade com enfoque científico, cultural, educativo, ambiental e histórico.

  • Os alunos conheceram o local onde antigamente era um engenho, viram o cemitério indigena entre outras estruturas.

  • Observaram a vegetação e a geográfia local, que ajudava o engenho a se manter protegido.

Conhecendo o Instituto Histórico e Geográfico de Santos

Com essa atividade os alunos aprenderam:

  • A importância de se preservar a memória.

  • Função de um Instituto e mais especificamente do Histórico e Geográfico.

Visitando a Fortaleza de Santo Amaro

  • Estudo do meio realizado na Fortaleza de Santo Amaro, com os alunos do 6° ao 8° ano do colégio Souza Brazil.

  • Durante a atividade, houve um trabalho multidisciplinar bem amplo.

  • Ciências: Observaram aspectos da fauna e flora local.

  • Geografia: Visualizaram os aspectos geográficos da baixada santista.

Divulgar conteúdo