espécies

warning: Creating default object from empty value in /home/ademirguerreiro/ademirguerreiro.net/modules/taxonomy/taxonomy.pages.inc on line 34.

Lista de espécies do ambiente marinho

Alga verde (Clorofíceas)

As clorofíceas pertencem a um grupo de organismos clorofilados, daí a cor verde e o nome do organismo. Na costa brasileira ocorrem diversas espécies com as mais variadas formas: pluricelulares filamentosas ou talosas, e unicelulares solitárias ou coloniais. A alga mais comumente vista em costões rochosos no litoral brasileiro é a Ulva sp, mais conhecida como alface-do-mar.

Anêmona-do-mar (Actiniária)

Animal invertebrado do grupo dos Cnidários, da classe dos Antozoários, representados por formas polipóides solitárias. Habita águas costeiras nos mares tropicais. Alimenta-se de pequenos invertebrados e até de peixes. As anêmonas-do-mar podem deslizar e se arrastar lateralmente, andar sobre ou nadar com os tentáculos, ou ainda se deslocar produzindo bolhas de ar no disco pedal.

Bagre

Designação vulgar aplicada a grande número de peixes da ordem dos Siluriformes, que costumam apresentar corpo deprimido ou achatado. Os bagres vivem no fundo das águas e a imensa maioria de suas 2 mil espécies é de água doce. Têm grande importância econômica no sul do Brasil, onde são pescados com redes e linhas de fundo.

Baiacu

Peixe marinho brasileiro da família dos Tetraodontides ou Diodontides. Todas as espécies são venenosas, especialmente na época da reprodução.

Baratinha d’água (Isópodas)

Animal invertebrado da ordem isópoda, um dos maiores grupos de crustáceos, com cerca de 4.000 espécies. Apresenta corpo achatado como os seus parentes próximos, os tatuzinhos de jardim. A Lygia exotica, muito comum nos costões rochosos, é um organismo marinho que vive grande parte do tempo fora da água, mas que depende do ambiente do mar para se alimentar e para realizar as trocas gasosas.

Barracuda

Peixe ósseo de corpo alongado e levemente comprimido. O focinho é pontudo e as maxilas possuem dentes caninos poderosos e desenvolvidos. As barracudas são peixes carnívoros, predadores, encontrados em águas tropicais e subtropicais. A carne da barracuda é considerada de qualidade razoável. Uma das espécies mais comuns na costa brasileira é a Sphyraena barracuda.

Boto

Mamífero cetáceo odontoceto da família dos Delfinídeos ou dos Inídeos. A respiração dos botos é freqüentemente ruidosa, sobretudo à noite. São muito carinhosos com os filhotes, e a eles se atribui a paternidade dos filhos de mães solteiras, segundo lendas da Amazônia. As espécies mais conhecidas são S. brasilienses (ou boto-negro da Baía de Guanabara) e S. pallida (ou tucuxi do Amazonas).

Cação (Peixe cartilaginoso)

Os tubarões pequenos sem nomes populares específicos são comumente chamados de cação. Apresentam corpo fusiforme, como o dos peixes bons nadadores, e possuem de cinco a sete pares de fendas branquiais, situadas lateralmente na cabeça. No Brasil, muitas espécies são utilizadas como alimento. Suas nadadeiras são consideradas especiarias pelos povos orientais.

Camarão

Animal invertebrado do grupo dos crustáceos. Por apresentar hábito alimentar detritívoro, encontra no manguezal um ambiente propício ao seu desenvolvimento. Os camarões são dependentes do ecossistema de manguezal para reprodução, proteção, crescimento e desenvolvimento.

Caranguejo

Invertebrado do grupo dos Crustáceos Decápodos, com um par de antenas e cinco pares de patas adaptadas para rastejar. Ao contrário dos siris, os caranguejos não nadam. A maioria das espécies é marinha, mas existem espécies de água doce e também algumas espécies de caranguejos anfíbios ou terrestres. São encontrados em todos os tipos de hábitat, desde a superfície até grandes profundidades.

Caranguejo-uçá

Um dos maiores caranguejos dos manguezais do litoral brasileiro, o uçá (Ucides cordatus) tem pernas providas de grandes cerdas rijas na face interna. A carapaça tem cerca de 10 cm de diâmetro. Com as patas distendidas, ele alcança 30 cm de envergadura. Seu comércio é muito comum, principalmente no litoral.

Coió ("falso voador")

Peixe de fundo de águas costeiras de pouca profundidade que vive geralmente em ambiente de areia ou lama. Apesar de desenvolvidas, suas nadadeiras peitorais não são utilizadas para o planeio fora d’água, como acontece com os verdadeiros "voadores". Alimenta-se principalmente de crustáceos, moluscos e pequenos peixes bentônicos.  

Craca (Cirripédios)

Animal do grupo dos crustáceos, da classe Cirripédia, que vive fixo à rochas, conchas, corais, madeiras flutuantes e outros objetos. O nome do grupo está associado aos cirros utilizados para alimentação por filtração, para reprodução e para efetuar as trocas gasosas. Algumas cracas vivem incrustadas no couro de baleias; outras incrustam-se no casco de embarcações, diminuindo sua velocidade de deslocamento.

Fitoplâncton

Alga microscópica que vive flutuando no mar ao sabor das correntes. Essa alga é responsável por cerca de 80% da produção do oxigênio atmosférico e representa a base das cadeias alimentares dos ecossistemas marinhos.

Garoupa

Peixe robusto de corpo alongado, boca grande e dentes pequenos. É um dos principais habitantes de águas costeiras tropicais, vivendo quase sempre sobre fundos rochosos e coralinos em tocas e fendas. Um dos peixes favoritos dos caçadores submarinos, pescado com linha e anzol. Algumas espécies, que podem atingir até três metros de comprimento e pesar centenas de quilos, são apreciadíssimas como alimento.

Gorgônia

A Gorgonia sp é um dos gêneros de coral mais comuns na costa brasileira, ao lado da Renila sp. Animal invertebrado muito primitivo do grupo dos cnidários antozoários, subgrupo dos corais moles, também denominados octocorais. Caracteriza-se por possuir sempre oito tentáculos ao redor da boca.

Hidrocoral

Invertebrado do grupo dos cnidários, também conhecido como coral falso, coral -fogo, chifre-de-veado, etc. Possui esqueleto calcário e um grande poder de regeneração. Algumas espécies são solitárias, mas a maioria é colonial.

Ibiscus

Também conhecido como algodoeiro-do-mangue, é típico de áreas de transição de mangue para restinga. Muito utilizado para ornamentação de ruas em cidades litorâneas.

Jerivá

Planta da família das Palmáceas (Coccos romanzoffiana), típica de restinga. Muito utilizado no paisagismo, o jerivá produz frutinhos amarelos, comestíveis.

Lapa (Gastrópodas)

Animal invertebrado do grupo dos moluscos gastrópodes. Apresenta o corpo mole recoberto por uma concha calcária. Muito comum na zona entre marés, onde é encontrado fixado às rochas. Na costa brasileira, a espécie Acmaea subrugosa (Collisella subrugosa) , vulgarmente denominada "chapeuzinho chinês", é bastante comum. A espécie Patella vulgata apresenta também ampla distribuição (Adriático, Mediterrâneo e Atlântico).

Litorina (Gastrópodas)

Animal invertebrado do grupo dos moluscos gastrópodes que pode ser encontrado nos costões rochosos da costa brasileira. É um organismo móvel com o corpo recoberto por uma concha espiral, que para se alimentar raspa delicadas algas e microorganismos encontrados nas superfícies rochosas da zona entre marés.

Lula

Molusco cefalópode da família dos Loliginídeos, gênero Loligo. A espécie L. brasiliensis, a mais comum no Brasil, é salpicada de pequenas manchas vermelhas ou escuras.

Medusa

Animal invertebrado do grupo dos Cnidários, das classes dos Cifozoários, representados por formas medusóides, de vida livre e solitária. O grupo é composto por mais de 200 espécies que vivem em todos os oceanos e em todas as profundidades. Vive flutuando ao sabor das correntes e alimenta-se de pequenos invertebrados e até de peixes, que são capturados pelos tentáculos equipados com cnidócitos.

Mexilhão (Bivalves)

Animal invertebrado do grupo dos moluscos bivalves. Segrega uma substância viscosa que forma uma pilosidade chamada bisso, através do qual o organismo adere às rochas ou a qualquer outro objeto na costa e/ou no fundo do mar. Os gêneros Mytilus sp e Perna sp são muito comuns no sudeste e sul do Brasil.

Moréia

Peixe ósseo, robusto e roliço. Possui dentes caninos bastante desenvolvidos. É um peixe carnívoro e agressivo, que sai à noite para caçar. A moréia vive na região de entre marés em tocas, corais ou enterrada na lama ou areia do fundo; algumas formas são encontradas também em águas mais profundas. Uma das espécies mais comuns na costa brasileira é a Gymnothorax funebris, que apresenta uma coloração esverdeada.

Ostra (Cassostrea rhizophorae)

Animal invertebrado do grupo dos moluscos bivalves. Vive em regiões estuarinas fixado em substratos consolidados, como rochas, ou associados a raízes de árvores de mangue. Pelo fato de viver fixo, esse organismo obtém seu alimento e realiza as trocas gasosas através de filtração. É um animal largamente consumido, apresentando grande valor comercial.

Ouriço-do-mar

Animal invertebrado do grupo dos equinodermos (espinhos na pele) da classe equinóida, com cerca de 900 espécies. Organismo exclusivamente marinho, vive sobre rochas ou lodo nas praias e no fundo do mar, e alimenta-se raspando algas, organismos incrustantes e detritos de superfícies duras. Seus espinhos podem ferir mergulhadores inexperientes.

Peixe-borboleta

 Peixe de pequeno e médio porte com corpo de forma geralmente discoidal, lateralmente achatado. Possui boca pequena, protáctil, com dentes em forma de cerdas. É bastante comum nos recifes de coral. Alimenta-se de corais, anêmonas, pequenos crustáceos e poliquetas. Por suas cores vivas e brilhantes, é muito utilizado em aquários marinhos.

Peixe-cirurgião

Peixe de pequeno e médio porte, facilmente reconhecido pela presença de um espinho móvel localizado em ambos os lados do pedúnculo caudal. A semelhança desse espinho com o bisturi cirúrgico dá o nome às espécies do grupo. Vive em fundos rochosos e coralíneos, na região costeira ou em ilhas oceânicas, onde se alimenta basicamente de algas. Sua carne pode ser tóxica e por isso não é utilizada como alimento.

Peixe-donzela

Peixe de pequeno porte com corpo ovalado e comprimido lateralmente, com coloração vistosa bastante variável, que pode mudar de acordo com o estágio de desenvolvimento. Vive em águas costeiras, sobre fundo de pedra ou recife, marcando território. Exemplares de várias espécies dos gêneros Stegastes e Chromis, especialmente quando jovens, sâo muito apreciados por aquariofilistas.

Peixe-escorpião (mangangá ou beatinha)

Peixe ósseo de corpo robusto, moderadamente comprimido. Vive em águas costeiras, sobre fundos de pedra, corais, areia e algas. A coloração do corpo geralmente o torna imperceptível no ambiente. Os espinhos das nadadeiras podem causar ferimentos dolorosos mas não letais. Alimenta-se principalmente de pequenos peixes e crustáceos.

Peixe-papagaio

Peixe de corpo oblongo, com maxilas em forma de bico-de-papagaio. Tem cores brilhantes, especialmente os machos adultos. Vive principalmente em regiões de corais. Alimenta-se de algas que arranca de substratos rochosos e de corais que tritura com os dentes, a fim de comer os pólipos. Neste processo de pulverização do calcário do coral, produz quantidade considerável de areia.

Pescada

Peixe Perciforme da família dos Cienídeos. São vários gêneros, em sua maioria marinhos. Em geral vivem próximos do fundo do mar, sendo pescados com redes de arrasto. De grande importância comercial no sudeste brasileiro.

Plântula

A plântula é o embrião vegetal já desenvolvido e ainda encerrado na semente. É uma etapa posterior à de formação do propágulo, dentro do processo de reprodução por viviparidade típico de árvores de mangue.

Propágulo

As árvores de mangue se reproduzem por viviparidade, processo que permite que as sementes permaneçam na árvore-mãe até que se transformem em embriões. Essas estruturas - propágulos - acumulam grande quantidade de reservas nutritivas, garantindo a sobrevivência enquanto são transportadas pelas marés em busca de um ambiente favorável à sua fixação.

Robalo-Peba

Peixe Perciforme marinho da família dos Centropomídeos. Vive em águas costeiras e estuarinas. A espécie mais freqüente no Brasil é a Centropomus undecimalis, que atinge até 20 kg. Considerado peixe de 1ª qualidade, é pescado com redes e com anzóis utilizando camarão vivo como isca.

Sargaço (alga parda) (Feofícea)

 As algas do gênero Sargassum sp. são das mais famosas feofíceas da costa brasileira. Essas algas têm estrutura talosa, com tufos de grande volume. Todas as espécies de sargaço possuem órgãos flutuadores preenchidos por gases que diminuem sua densidade, facilitando sua permanência no ambiente marinho.

 Siri

Animal invertebrado que vive em regiões costeiras, geralmente associado a estuários. É do grupo dos crustáceos decápodes nadadores que apresentam o último par de pernas em forma de remo, o que os difere dos caranguejos. Sua carne, muito apreciada, possui um grande valor comercial.

Spartina

Grupo de grama marinha que vive associada a planícies alagadas periodicamente pelas marés. Pode ocorrer nas bordas dos bosques de mangue, em locais de sedimentação recente, participando do processo de formação e sucessão do ecossistema de manguezal.

Tainha

Peixe costeiro da ordem dos Percosoces, da família dos Mugilídeos, gênero Mugil. Abundante em águas estuarinas, a tainha cria-se em água doce, passando depois para o mar. É pescada com redes de arrasto de fundo e outros tipos especialmente adaptados.

Tartaruga Verde (Chelonia mydas)

 A espécie apresenta variações de peso, podendo atingir 1,2 m de diâmetro de casco e 250 kg de peso. Quando adulta, a tartaruga verde é herbívora e habita regiões de pastagens marinhas. No Brasil, desova principalmente na ilha de Trindade (ES) e nos arquipélagos de Abrolhos (BA) e Fernando de Noronha (PE).

Teredo

Animal invertebrado do gupo dos moluscos que vive associado a substratos orgânicos, principalmente madeira. Muito comum no ecossistema de manguezal, onde representa um dos principais componentes. Participa ativamente do processo de decomposição da matéria orgânica, especificamente das árvores de mangue.

Tubarão (Peixe cartilaginoso)

Peixe de esqueleto cartilaginoso cujo tamanho pode chegar a 18 metros (tubarão baleia) . Todos os tubarões são carnívoros e marinhos, com exceção de uma espécie que entra em água doce. Vivem em ambientes que vão das águas costeiras até o alto mar, ocupando toda a coluna d’água, desde o fundo até a superfície. Existem mais de 300 espécies no mundo.

Zooplâncton

Zooplâncton é o conjunto de espécies animais que derivam ao sabor das ondas e das correntes marinhas. Constitui, com o fitoplâncton, o elo inicial e básico da cadeia alimentar dos ecossistemas aquáticos.

Plantas Medicinais

HORTELÃ

Família: Labiadas

USO MEDICINAL: Na hortelã estão reunidas, em elevado grau, as propriedades antiespamódicas, carminativas, estomáquicas, estimulantes, tônicas, etc.
Prescreve-se a hortelã como remédio na atonia das vias digestivas, flatulência, timpanite, cálculos biliares, ictiricia, palpitações, tremedeiras, vômitos, cólicas uterinas. É um medicamento eficaz contra os catarros das mucosas, vermes intestinais.

Parte usada: Folhas e Flores, por infusão

JAMBO (Zyzygium jambolanum)

Família: Mirtaceas

USO MEDICINAL: As sementes são muito úteis na diabete. Toma-se meio grama até um grama de sementes pulverizadas, duas a tres vezes ao dia, pode também tomar-se o líquido das sementes esmagadas.

Parte usada: A casca da árvore (dose normal) é usada na disenteria, hemorragia.

PITA

USO MEDICINAL - Esta planta é um dos remédios mais poderosos renovadores do organismo; fortalece e limpa o sangue; levanta a pressão baixa; as gestantes tem nela um chá anti-abortivo; cura a fraqueza do estômago, fígado, rins e reumatísmo; combate a sífilis, gomorréia, tétano, feridas de leprosos. As folhas cozidas ou amassadas em álcool usa-se para lavar os cabelos e dar-lhes mais brilho, bom efeito contra a caspas; em fricções combate o reumatismo.

É antídoto do veneno da mandioca.

Parte usada: folhas

AROEIRA (Schinus antarthritica)

Família - (Anacardiáceas)

USO MEDICINAL: Devido aos seus efeitos adstringentes, as cascas são contra a diarréia e as hemoptises. Aplica-se também contra a ciática, a gota e o reumatismo. Prepara-se um cozimento na proporção de 25 gramas de cascas para 1 litro de água. Toma-se diariamente um banho de 15 minutos, tão quente como se possa suportar.

Parte usada: casca, folhas.

CAPIM DO MANGUE

USO MEDICINAL - É muito bom para curar frieiras, cozinha-se um pouco de capim com raiz, faz-se uma lavagem 3 vezes ao dia.

Parte Usada: Toda planta.

MELÂNCIA DE PRAIA (Ipomeia)

USO MEDICINAL - Queimaduras de água-viva (medusa).
Retira-se a folha e macera, coloca-se em cima da parte afetada.

Parte Usada: folhas

SUMBARÊ (Cyrtropodium brasiliensis)

Família - Orquidáceas

USO MEDICINAL - Extrai-se o suco da planta. Embebe-se o algodão no suco e passa-se nos abcessos, furúnculos.

Parte Usada: toda a planta.

GELOL DE PRAIA

USO MEDICINAL - contusão, colocar-se raizes de 2 plantas em 1 pedaço de pano e macera bem em seguida coloca-se em cima do local afetado.

Parte Usada: raiz

MIL EM RAMA (Achillea millefolium)

USO MEDICINAL - É um bom remédio contra adinamia, adstrição e debilidade do estômago, cãimbras, catarros, cólicas, debilidade da bexiga, diarréia, enfermidades do fígado, rins, regras ambundantes, insônia. Exteriormente, usa-se em forma de loções ou cataplasma para tumores, feridas, golpes, contusões, queimaduras, manchas, eczema, sarna. As folhas e flores secas, pulverizadas, aplicam-se sobre feridas velhas.

Parte Usada: A planta toda.

ARRUDA (Ruta graveolens)

Família - Rutáceas

USO MEDICINAL - O principal uso desta planta é nas regras suprimidas bruscamente. Seu efeito é fortemente emenagogo. O chá de arruda é também um bom calmante dos nervos. Quando a mulher estiver grávida não se deve tomar pois ela é abortiva.
As folhas frescas, machucadas aplica-se sobre feridas, são de bom efeito curativo.
Repetindo a advertência só se deve ser administrada com muita cautela, quando usada internamente.

Parte Usada: Folhas

ARAÇÁ

Família - Mirtaceas

USO MEDICINAL - Se faz um chá com as folhas mais tenras e eficaz para disinteria, diarréia. O fruto é rico em vitamina C.

Parte Usada: Folhas, Frutos.

CITRONELA

Família - (Cymbopogum nardus)

USO MEDICINAL - Se extrai o óleo de suas folhas por um processo de destilação e junta-se a um óleo, funciona como um repelente para insetos.

Parte Usada: Folhas.

BOLDO

USO MEDICINAL - Faz-se um chá das suas folhas excelente para o estômago e fígado serve também para curar ressaca

Parte Usada: Folhas.

CASCA DE ANTA - Drymis granatensis

Família - Magnoliaceas

USO MEDICINAL - A casca é excelente estomáquico, útil nos desarranjos do estômago (dispepsias, falta de apetite, flatulência, gastralgia catarros crônicos, cólicas, fraqueza geral.

Parte Usada: Casca, por decocção.

AIPO DA PRAIA

USO MEDICINAL - Emprega-se para feridas em forma de cataplasma.

Parte Usada: Folhas e Raiz.

CIPO CABOCLO

USO MEDICINAL - Funciona como se fosse um colírio, excelente para irritações nos olhos, pega-se um pedaço do mesmo e corta-se em pedaço de 20 cm depois sopra como se fosse um canudinho o líquido vai sair por outra extremidade.
Coloca-se umas 3 gotas como se fosse um colírio.

Parte Usada: Caule

NHABUTITANA

USO MEDICINAL - Bom para diarréia, faz-se um chá com as folhas e raizes

Parte Usada: Folhas e Raiz

ORELHA DE GATO

USO MEDICINAL - É muito bom para ajudar na cicatrização de feridas. Pega-se a folha ainda no período da manhã de preferência com orvalho e colocado em cima do local afetado.

Parte Usada: Folha

CARQUEJINHA DA PRAIA

USO MEDICINAL - Dor no estômago faz-se um chá com as folhas.

Parte Usada: Folhas

LIMÃO (Citrus limonum)

Família - Rutaceas

USO MEDICINAL - Acidez da boca, Acidez do estômago, ácido úrico , coração, acne, adenite, adiposidade, atonia, alta, etc. O limão tem 21 funções. Há uma variedade de limões: O limão: siciliano, o limão de casca fina, o limão galego, o limão cravo, etc.
Todos são bons para curar qualquer enfermidade.
O limão produz um bom efeito quando tomado em quantidades progressivamente maiores até certo limite e, depois, em quantidades progressivamente menores.
Começa-se por exemplo, com 1 limão; no 1.º dia, 2 no 2.º, 3 no 3.º dia e assim por diante, até 10; depois vai diminuindo a dose pela mesma escala.
Assim em 20 dias, faz-se o que se chama "uma cura de limão". O uso do limão pode provocar o aparecimento de uma espécie de urticária. Isto, todavia, não significa que esteja prejudicando o enfêrmo, indica que lhe está purificando o sangue, expulsando as substâncias estranhas.

Parte Usada: Toda a planta.

PITANGA

Família - Mirtaceas

USO MEDICINAL - infecções na garganta, cozinha-se as folhas e faz 3 gargarejos ao dia

Parte Usada: Folhas.

CATAIÁ

USO MEDICINAL - É bom para fadiga, faz-se um chá das folhas, serve também para colocar na cachaça.

Parte Usada: Folha

ABACATE

USO MEDICINAL - Ajuda no tratamento dos rins, faz um chá e toma-se 3 vezes ao dia.

Parte Usada: Folhas

CAROBINHA (Jacaranda brasiliana)

Família - Bignoniáceas

USO MEDICINAL - O chá das folhas é usado para combater as afecções cutâneas, as boubas, as escrófulas, o reumatismo, a sífilis.
O mesmo chá tomado de duas em duas horas, da bom resultado no combate à disenteria amebiana. O chá tem, além disso, ação fortemente diurética. O decocto das folhas serve também para lavar feridas e para fazer gargarejos.
As folhas secas, reduzidas a pó, aplicam-se sobre ulceras. Com a casca da raiz prepara-se um chá de ação sudorífica.

Parte Usada: Casca da raiz e folhas.

GRAMA BRANCA

USO MEDICINAL - muito bom no tratamento de urina solda, faz um chá toma-se 3 vezes ao dia.

Parte Usada: Folha e raiz

CANA DO BREJO (Costus spicatus)

Família: Zingiberáceas

USO MEDICINAL - O rizoma é diurético, diatarético, tônico e emenagogo. O suco das hastes frescas, diluído em água é usado contra as diabates, a haste e o rizoma seco reduzidas em pó são empregados em cataplasma para curar hérnias. Usamos também as folhas, untadas com sebo como emoliente nas contusões e inchaços.

Parte Usada: Folhas, rizoma, casca.

PINHÃO DO PARAGUAI (Jatropha curcas)

Família - Euforbiáceas

USO MEDICINAL - O látex incolor emprega-se para fechar e curar golpes e feridas.
A amêndoa, levemente torrada e moída tomada com água ou preferivelmente com café adoçado com mel é fortemente purgativa.
Efeito mais forte ainda tem o óleo extraído da amêndoa não se deve tomar em dose elevada porque se torna venenoso.
As folhas são purgativas

Parte Usada: Seiva leitosa, amêndoa, óleo, folhas

ALMECEGA

USO MEDICINAL - Dor de dente se extrai sua rezina e coloca-se dentro do buraco do dente.

Parte Usada: Rezina.

MENTRUZ

USO MEDICINAL - Bom para resfriado, faz-se um chá com as folhas.

Parte Usada: Folhas.

MARCELA

USO MEDICINAL - Cólica, hepatite, faz-se um chá, com flores e folhas.
As flores é muito bom para fazer travesseiro isso ajuda na insônia.

Parte Usada: Flores e folhas.

BABOSA

USO MEDICINAL - Corta-se pedaços das folhas e coloca-se em cima das feridas, ajuda na cicatrização e ajuda recompor celulas mortas.

Parte Usada - folhas.

JUÁ

USO MEDICINAL - é muito bom para dor de dente, macera-se o fruto e coloca-se no dente afetado.

Parte Usada: Fruto.

ERVA BALEEIRA

USO MEDICINAL - Prostata e fraturas, faz um chá e toma-se 3 vezes ao dia.

Parte Usada: Folhas

ALFAVACA

USO MEDICINAL - Ajuda a regular a pressão arterial.

Parte Usada: Folhas.

SALVA VIDA

USO MEDICINAL - Faz-se chá ajuda como calmante e prisão de ventre.

Parte Usada: Folhas.

SERRALHA

USO MEDICINAL - É bom para afinar o sangue, hipertensão, diabete é feito um chá e também come-se com salada.

Parte Usada: Folhas

SAPÊ

USO MEDICINAL - Usa-se nas diabetes hepatites, estado febril, cozinha-se a raiz.

Parte Usada: Raiz

EMBAUBA

USO MEDICINAL - Usa-se para combater as diabetes, faz chá das folhas.

Parte Usada: Folhas.

SANTA MARIA

USO MEDICINAL - Pega-se as folhas e macera-se bem e é aplicado em cataplasma em cima do local atingido, contusões.

Parte Usada: Folhas.

SETE SANGRIA

USO MEDICINAL - Faz-se chás e toma 3 vezes ao dia para ajudar afinar o sangue bom para o coração.

Parte Usada: Folhas

FEDEGOSO

USO MEDICINAL - Purgativo, febres, o suco cura eczemas, afecções urinárias, figado é muito bom na erisipela, inflamação da próstata, tomando-se café da semente torrada.

Parte Usada: Folhas, Semente.

QUEBRA PEDRA

USO MEDICINAL - Ajuda nos combates das doenças da bexiga e rins. Combate dor de barriga, azia, diabete, prostratite.

Parte Usada: Folha

SOLDA

USO MEDICINAL - Ajuda na cicatrização de fraturas, fazendo chás ou saladas cruas.

Parte Usada: Folhas.

ERVA DO BICHO

USO MEDICINAL - Cozinha-se as folhas e faz uma lavagem nas feridas.

Parte Usada: Folhas.

TANCHAGEM

USO MEDICINAL - É um ótimo antibiótico, dores de garganta e ferida usa o chá e gargarejos

Parte Usada: Folhas

ERVA MOURA

USO MEDICINAL - É bom para reumatísmo, hepatite, usa através de chás.

Parte Usada: Folhas.

ERVA TOSTÃO

USO MEDICINAL - Para inflamação da bexiga, congestão do fígado, cálculos biliares, retenção da urina, combate nervosismo. Faz-se chá

Parte Usada: Folhas

PICÃO

USO MEDICINAL - Usado contra reumatismo, afecções da bexiga, pedras na vesícula ou nos rins , dor de barriga, febres, toda a planta é usada contra o amarelão, o suco das folhas é usada para curar feridas e em gargarejos contra as amígdalas. Ótimo remédio contra a diabete, o picão branco tem a mesma finalidade.

Parte Usada: Toda planta.

TIMBEVA OU PATA DE VACA

USO MEDICINAL: Usa-se no combate a diabete, pressão alta.

Parte usada: Faz-se um chá com as folhas.

Espécies observadas na excursão no zoológico de São Paulo

Nessa fotos temos um casal de leões.

Visita no Zoológico de São Paulo

Eu e Tayane de frente ao recinto da Zebra.

Divulgar conteúdo