Educação

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Redação de Camila Pereira Zuconi, Viçosa (MG).

Redes sociais: o uso exige cautela

Uma característica inerente às sociedades humanas é sempre buscar novas maneiras de se comunicar: cartas, telegramas e telefonemas são apenas alguns dos vários exemplos de meios comunicativos que o homem desenvolveu com base nessa perspectiva. E, atualmente, o mais recente e talvez o mais fascinante desses meios, são as redes virtuais, consagradas pelo uso, que se tornam cada vez mais comuns.

Orkut, Twiter e Facebook são alguns exemplos das redes sociais (virtuais) mais acessadas do mundo e, convenhamos, a popularidade das mesmas se tornou tamanha que não ter uma página nessas redes é praticamente como não estar integrado ao atual mundo globalizado.

Através desse novo meio as pessoas fazem amizades pelo mundo inteiro, compartilham ideias e opiniões, organizam movimentos, como os que derrubaram governos autoritários no mundo árabe e, literalmente, se mostram para a sociedade. Nesse momento é que nos convém cautela e reflexão para saber até que ponto se expor nas redes sociais representa uma vantagem.

Não saber os limites da nossa exposição nas redes virtuais pode nos custar caro e colocar em risco a integridade da nossa imagem perante a sociedade.

Afinal, a partir do momento em que colocamos informações na rede, foge do nosso controle a consciência das dimensões de até onde elas podem chegar. Sendo assim, apresentar informações pessoais em tais redes pode nos tornar um tanto quanto vulneráveis moralmente.

Percebemos, portanto, que o novo fenômeno das redes sociais se revela como uma eficiente e inovadora ferramenta de comunicação da sociedade, mas que traz seus riscos e revela sua faceta perversa àqueles que não bem distinguem os limites entre as esferas públicas e privadas “jogando” na rede informações que podem prejudicar sua própria reputação e se tornar objeto para denegrir a imagem de outros, o que, sem dúvidas, é um grande problema.

Dado isso, é essencial que nessa nova era do mundo virtual, os usuários da rede tenham plena consciência de que tornar pública determinadas informações requer cuidado e, acima de tudo, bom senso, para que nem a própria imagem, nem a do próximo possa ser prejudicada. Isso poderia ser feito pelos próprios governos de cada país, e pelas próprias comunidades virtuais através das redes sociais, afinal, se essas revelaram sua eficiência e sucesso como objeto da comunicação, serão, certamente, o melhor meio para alertar os usuários a respeito dos riscos de seu uso e os cuidados necessários para tal.

Comentários

A participante demonstra ter compreendido a proposta da redação, desenvolvendo o tema dentro dos limites estruturais do texto dissertativo- -argumentativo. A redação organiza-se em cinco parágrafos. Na introdução (primeiro parágrafo), arrolam-se os meios de comunicação anteriores à internet e apresentam- -se as redes sociais (virtuais) como o mais fascinante meio de comunicação da época atual. Nos três parágrafos seguintes, expõe-se o plano argumentativo: no segundo, apresenta-se o ponto de vista – não ter hoje uma página nessas redes sociais é não estar integrado no mundo globalizado –, entretanto, alerta-se que se deve ter cautela para saber até que ponto é uma vantagem se expor nas redes sociais; no terceiro parágrafo, reafirma-se o ponto de vista de que não saber os limites da exposição nas redes sociais pode colocar em risco a própria imagem perante a sociedade, pois, a partir do momento em que as informações pessoais forem disponibilizadas na rede, não mais poderão ser controladas; no quarto, ressalta-se que as redes sociais se revelaram como eficiente e inovadora ferramenta de comunicação da sociedade, mas, ao mesmo tempo, lembra-se que é preciso distinguir a esfera pública da privada.

Na conclusão (quinto parágrafo), retomam-se as ideias desenvolvidas nos parágrafos anteriores, alertando os usuários das redes de que devem ter bom senso para não tornar pública informação que possa prejudicar a sua imagem e a do próximo.

A tese apresentada é a de que não ter hoje uma página nas redes sociais é não estar integrado no mundo globalizado. Argumenta-se que, se são eficientes ferramentas de comunicação da sociedade, as redes sociais necessitam delimitar as esferas pública e privada. Logo, para usufruir dessa vantagem, o usuário precisa evitar a excessiva exposição na rede, sob o risco de comprometer moralmente sua imagem.

No último parágrafo, identifica-se a proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos: propõe uma parceria dos governos de diferentes países e das comunidades virtuais, para que as redes sociais não sejam utilizadas para denegrir a vida pessoal de quem as utiliza nem a do próximo.

A redação apresenta encadeamento lógico das ideias e demonstra que a participante soube selecionar, relacionar, organizar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista: o tema é desenvolvido de forma coerente, os argumentos selecionados são consistentes e justificam a tese defendida, a conclusão retoma o que foi exposto nos parágrafos anteriores, a proposta de intervenção está relacionada ao ponto de vista defendido e o título antecipa o enfoque que será dado ao tema.

Do ponto de vista da estrutura textual, percebe-se que a redação apresenta inúmeros recursos coesivos que garantem continuidade das ideias expostas no texto, revelando que a participante conhece os mecanismos linguísticos necessários à construção de uma dissertação-argumentativa. Identifica-se a utilização de pronomes e de termos ou expressões de base nominal para retomar referentes do contexto anterior: “alguns dos vários exemplos de meios comunicativos que o homem desenvolveu”; “o mais fascinante desses meios”; “a popularidade das mesmas se tornou tamanha”; “não ter uma página nessas redes”; “Através desse novo meio”; “como os que derrubaram”; “Nesse momento é que nos convém cautela”; “os limites da nossa exposição”; “da nossa imagem”; “do nosso controle”; “apresentar informações pessoais em tais redes”; “revela sua faceta perversa àqueles que”; “nessa nova era do mundo virtual”. Constata- -se ainda o emprego adequado dos conectores para ligar orações, frases ou palavras e promover o encadeamento textual. Por exemplo, no segundo parágrafo, o conector “como” estabelece relação com a palavra “movimentos”; a preposição “para” introduz finalidade; e a locução “até que”, em “cautela e reflexão para saber até que ponto”, indica um limite nas ações. No terceiro parágrafo, em “Afinal, a partir do momento”, o advérbio “afinal” introduz a conclusão. No quarto parágrafo, a conjunção “portanto” tem caráter conclusivo; e a conjunção adversativa “mas” aponta os riscos em contraste com as vantagens expostas anteriormente. No último parágrafo, a expressão “Isso poderia ser feito” introduz a proposta de intervenção.

Redação de Alline Rodrigues da Silva, Uberaba (MG).

A crescente popularização do uso da internet em grande parte do globo terrestre é uma das principais características do século XXI. Tal popularização apresenta grande relevância e gera impactos sociais, políticos e econômicos na sociedade atual.

Um importante questionamento em relação a esse expressivo uso da internet é o fato de existir uma linha tênue entre o público e privado nas redes sociais. Estas, constantemente são utilizadas para propagar ideias, divulgar o talento de pessoas até então anônimas, manter e criar vínculos afetivos, mas, em contrapartida também podem expor indivíduos mais do que o necessário, em alguns casos agredindo a sua privacidade.

Recentemente, ocorreram dois fatos que exemplificam ambas as situações.

A “Primavera Árabe”, nome dado a uma série de revoluções ocorridas em países árabes, teve as redes sociais como importante meio de disseminação de idéias revolucionárias e conscientização desses povos dos problemas políticos, sociais e econômicos que assolam esses países. Neste caso, a internet agiu e continua agindo de forma benéfica, derrubando governos autoritários e pressionando melhorias sociais.

Em outro caso, bastante divulgado também na mídia, a internet serviu como instrumento de violação da privacidade. Fotos íntimas da atriz hollywoodiana Scarlett Johansson foram acessadas por um hacker através de seu celular e divulgadas pela internet para o mundo inteiro, causando um enorme constrangimento para a atriz.

Analisando situações semelhantes às citadas anteriormente, conclui-se que é necessário que haja uma conscientização por parte dos internautas de que aquilo que for uma utilidade pública ou algo que não agrida ou exponha um indivíduo pode e deve ser divulgado.

Já o que for privado e extremamente pessoal deve ser preservado e distanciado do mundo virtual, que compartilha informações para um grande número de pessoas em um curto intervalo de tempo. Dessa forma, situações realmente desagradáveis no incrível universo da internet serão evitadas.

Comentários

A participante demonstra ter compreendido a proposta da redação, desenvolvendo o tema dentro dos limites estruturais do texto dissertativo- -argumentativo. A redação organiza-se em cinco parágrafos. Na introdução (primeiro parágrafo), situa-se o tema, abordando a popularização e os impactos da internet no mundo atual. No desenvolvimento (segundo, terceiro e quarto parágrafos), apresentam-se as vantagens e desvantagens das redes sociais. Na conclusão (último parágrafo), reafirma-se o ponto de vista de que as informações de utilidade pública devem ser disponibilizadas na internet, mas as de caráter pessoal devem ser mantidas distantes do mundo virtual. A solução apresentada está na conscientização dos internautas sobre o que deve e o que não deve ser divulgado na internet.

A tese de que é necessário questionar o limite entre o público e o privado nas redes sociais é justificada por meio do argumento de que a linha existente entre as duas esferas é tênue, recorrendo a exemplos concretos: o uso positivo das redes sociais na “Primavera Árabe”, para a conscientização política, social e econômica de povos que vivem sob regime autoritário, e a violação da privacidade da atriz Scarlett Johansson, com a publicação de fotos íntimas.

No último parágrafo, identifica-se a proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos: conscientização dos internautas do que deve e do que não deve ser colocado na internet, avaliando-se as consequências positivas e negativas do uso dessa ferramenta.

A redação apresenta encadeamento lógico das ideias e demonstra que a participante soube selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista: o tema é desenvolvido de forma coerente, os argumentos selecionados são consistentes e justificam a ideia de que se deve permitir às redes sociais propagar ideias, divulgar talentos, criar vínculos afetivos, mas deve ser evitada a excessiva exposição individual que possibilite agressão à privacidade. A conclusão retoma o que foi exposto nos parágrafos anteriores, e a proposta de intervenção está relacionada ao ponto de vista defendido.

Do ponto de vista da estruturação textual, observa-se que a redação apresenta recursos coesivos que dão continuidade ao texto, revelando que a participante domina os mecanismos linguísticos de encadeamento e de referenciação necessários à construção da argumentação. Por exemplo, o emprego de pronomes para retomar referentes anteriores: no primeiro parágrafo, “Tal popularização”; no segundo, “esse expressivo uso”, “Estas são utilizadas”; no terceiro, “Neste caso”. O emprego de expressões para estabelecer oposição entre as vantagens e desvantagens das redes sociais: “mas, em contrapartida”; “Em outro caso”. No último parágrafo, são utilizados recursos conclusivos, como: “Analisando situações semelhantes às citadas anteriormente”, “conclui-se que”; a locução prepositiva “por parte de”, para introduzir os beneficiários da conscientização; a conjunção “ou algo que não agrida ou exponha”, para marcar alternância entre argumentos; a conjunção “já o que for privado e extremamente pessoal”, para introduzir um argumento desfavorável em oposição ao favorável apresentado anteriormente.

Redação de Mary Clea Ziu Lem Gun, Barueri (SP).

Cidadania virtual

Assistimos hoje ao fenômeno da expansão das redes sociais no mundo virtual , um crescimento que ganha atenção por sua alta velocidade de propagação, trazendo como consequência, diferentes impactos para o nosso cotidiano. Assim, faz-se necessário um cuidado, uma cautelosa discussão a fim de encarar essa nova realidade com uma postura crítica e cidadã para então desfrutarmos dos benefícios que a globalização dos meios de comunicação pode nos oferecer.

A internet nos abre uma ampla porta de acesso aos mais variados fatos, verbetes, imagens, sons, gráficos etc. Um universo de informações de forma veloz e prática permitindo que cada vez mais pessoas, de diferentes partes do mundo, diversas idades e das mais variadas classes sociais, possam se conectar e fazer parte da grande rede virtual que integra nossa sociedade globalizada.

Dentro desse contexto as redes sociais simbolizam de forma eficiente e sintética como é o conviver no século XXI, como se estabelecem as relações sociais dentro da nossa sociedade pós-industrial, fortemente integrada ao mundo virtual .

Toda a comodidade que a rede virtual nos oferece é, no entanto, acompanhada pelo desafio de ponderar aquilo que se publica na internet, ficando evidente a instabilidade que existe na tênue linha entre o público e o privado. Afinal, a internet se constitui também como um ambiente social que à primeira vista pode trazer a falsa ideia de assegurar o anonimato. A fragilidade dessa suposição se dá na medida em que causas originadas no meio virtual podem sim trazer consequências para o mundo real . Crimes virtuais, processos jurídicos, disseminação de ideias, organização de manifestações são apenas alguns exemplos da integração que se faz entre o real e o virtual.

Para um bom uso da internet sem cair nas armadilhas que esse meio pode eventualmente nos apresentar, é necessária a construção da criticidade, o bom senso entre os usuários da rede, uma verdadeira educação capaz de estabelecer um equilíbrio entre os dois mundos, o real e o virtual. É papel de educar tanto das famílias, dos professores como da sociedade como um todo, só assim estaremos exercendo de forma plena nossa cidadania.

Comentários

A participante demonstra ter compreendido a proposta da redação e desenvolvido o tema dentro dos limites estruturais do texto dissertativo- -argumentativo. A redação organiza-se em quatro parágrafos. Na introdução (primeiro parágrafo), relaciona-se a expansão das redes sociais a impactos no cotidiano das pessoas.

Apresenta-se a tese a ser desenvolvida, de que é preciso uma postura crítica e cidadã para que as pessoas possam desfrutar dos benefícios da globalização oferecida pelos meios de comunicação. No desenvolvimento (segundo e terceiro parágrafos), apresentam-se os argumentos para analisar as redes sociais virtuais: os aspectos positivos são abordados no segundo parágrafo e os aspectos negativos, no terceiro. Na conclusão (quarto parágrafo), retomam-se as ideias explicitadas na introdução e apresenta-se a proposta de que é preciso, por meio da educação, desenvolver uma visão crítica sobre esse mundo virtual como uma das condições para o exercício pleno da cidadania.

A tese de que é preciso uma postura crítica e cidadã para que as pessoas possam desfrutar dos benefícios da globalização oferecida pelos meios de comunicação é justificada, pela participante, com base em argumentos positivos e negativos. Os positivos referem-se à constatação de que as redes sociais são uma porta de acesso a vários instrumentos de informação, permitem que pessoas de diferentes lugares se conectem e simbolizam o que é a convivência no século XXI – pautada pelo mundo virtual. Os argumentos negativos dizem respeito à existência de uma instabilidade na linha tênue que separa o público e o privado na internet, à falsa ideia de que a internet favorece o anonimato e à interferência do mundo real provocada pelo que ocorre no mundo virtual. Alguns exemplos dessa interferência são citados para fortalecer a argumentação.

No último parágrafo, identifica-se a proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos: pais, professores e sociedade devem investir no processo educacional para garantir visão crítica e bom senso dos usuários na relação entre o mundo real e o virtual, com o objetivo de atingir o exercício pleno da cidadania. Embora tenha sido pouco desenvolvida, a proposta é coerente com a tese apresentada no texto.

A redação apresenta encadeamento lógico das ideias e demonstra que a participante soube selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista: o tema é desenvolvido de forma coerente, os argumentos selecionados são consistentes e justificam a tese de que é preciso uma atitude reflexiva e crítica para diferenciar os aspectos positivos e os negativos. A conclusão retoma o que foi exposto nos primeiros parágrafos, e a proposta de intervenção é relacionada à tese apresentada na introdução do texto.

Do ponto de vista de sua estruturação, observa-se que a redação apresenta inúmeros recursos coesivos para dar continuidade ao texto, revelando que a participante demonstra conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários à construção da argumentação. O texto recorre a vários conectores responsáveis por expressar relações lógicas e promover o encadeamento textual. Por exemplo, no primeiro parágrafo, o advérbio “assim” introduz uma conclusão em relação à ideia apresentada na frase anterior. No terceiro parágrafo, a conjunção adversativa “no entanto” introduz uma oposição entre a ideia de “comodidade” e afirmação de que existe o “desafio de ponderar o que se publica na internet”. A seguir, o advérbio “afinal” funciona como operador argumentativo ao introduzir uma conclusão. Identifica-se a utilização de pronomes e de termos ou expressões de base nominal para retomar referentes do contexto anterior (exemplos:

“A fragilidade dessa suposição”, “ponderar aquilo que se publica na internet”, em que o pronome demonstrativo “aquilo” refere- se ao conteúdo da publicação na internet, expresso no primeiro parágrafo).

Redação de Isabela Carvalho Leme Vieira da Cruz, Rio de Janeiro (RJ).

Redação de Isabela Carvalho Leme Vieira da Cruz, Rio de Janeiro (RJ).

O fim do Grande Irmão

Câmeras que gravam qualquer movimento, telas transmitindo notícias a todo minuto, o Estado e a mídia controlando os cidadãos. O mundo idealizado por George Orwell em seu romance 1984, onde aparelhos denominados teletelas controlam os habitantes de Oceania vem se tornando realidade. Com a televisão e, principalmente, a internet, somos influenciados – para não dizer manipulados – todos os dias.

Tal influência ocorre, majoritariamente, através da mídia e da propaganda.

Com elas, padrões de vida são disseminados a uma velocidade assombrosa, fazendo a sociedade, muitas vezes privada de consciência crítica, absorvêlos e incorporá-los como ideais próprios.

Desse modo, deixamos de ter opinião particular para seguir os modelos ditados pelo computador, acreditando no que foi publicado, sem o devido questionamento da veracidade dos fatos apresentados.
Com isso, as novas redes sociais, surgidas nesse início do século XXI, se tornam os principais vetores da alienação cultural e social da população, uma vez que todos possuem um perfil virtual com acesso imensurável a todo o tipo de informações. Por isso, diversas empresas e personalidades se valem da criação de perfis próprios, atraindo diversos seguidores, aos quais impõe sua maneira de agir e pensar.

Esses usuários, então, se tornam mais vulneráveis e suscetíveis à manipulação virtual .

Outro ponto negativo dessas redes, como o Facebook e o Twitter, é o fato de todo o conteúdo publicado ficar armazenado na internet, permitindo a determinação do perfil dos usuários e a escolha da melhor maneira midiática de agir para conquistá-los. Além disso, o uso indiscriminado de tais perfis possibilita a veiculação de imagens ou arquivos difamadores, servindo como ferramenta política e social para aumentar a credibilidade de determinadas personalidades, como ocorre com Hugo Chaves em sua ditadura na Venezuela e comprometendo outras, com falsas denúncias, por exemplo.

Diante disso, é necessária a aplicação de medidas visando a um maior controle da internet. A implantação, na grade escolar brasileira, do estudo dessas novas tecnologias de informação, incluindo as redes sociais, e a, consequente, formação crítica dos brasileiros, seria um bom começo. Só assim, poderemos negar as previsões feitas por George Orwell e ter um futuro livre do controle e da alienação.

Comentários

A participante demonstra ter compreendido a proposta da redação e desenvolvido o tema dentro dos limites estruturais do texto dissertativo--argumentativo. A redação organiza-se em cinco parágrafos. Na introdução (primeiro parágrafo), refere-se ao mundo idealizado por George Orwell, na obra intitulada 1984, que apresenta o homem controlado pelo Estado por intermédio da tecnologia.

A seguir, apresenta-se a tese de que a internet é uma forma atual de manipulação das pessoas. No desenvolvimento (segundo, terceiro e quarto parágrafos), são apresentados os argumentos que comprovam a opinião negativa da participante sobre a ação das redes sociais. Na conclusão (quinto parágrafo), apresenta-se a proposta de se exercer maior controle sobre o uso da internet e implantar o estudo das novas tecnologias de informação na grade curricular das escolas, para uma formação mais crítica dos brasileiros, tendo em vista a construção de um futuro sem alienação e controle, o que negaria as previsões de G. Orwell.

A tese defendida pela participante é a de que a internet é uma forma atual de manipulação das pessoas, como o mundo idealizado por George Orwell na obra 1984. Os argumentos utilizados para defender a tese são os seguintes: o computador influencia na disseminação de determinados padrões de vida assumidos pelas pessoas sem consciência crítica; as redes sociais tornam-se agentes da alienação cultural e social da população suscetível à manipulação virtual; a divulgação pública dos hábitos e preferências dos usuários, devido à publicação de perfis, permite a difamação de uns ou a promoção de outros.

No último parágrafo, identifica-se a proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos: criação de medidas para maior controle da internet e implantação do estudo das novas tecnologias de informação na grade curricular das escolas, para uma formação mais crítica dos brasileiros, tendo em vista a construção de um futuro sem alienação e controle, o que negaria as previsões de G. Orwell. Embora tenha sido pouco desenvolvida, a proposta é coerente com a tese apresentada no texto.

A redação apresenta encadeamento lógico das ideias e demonstra que a participante soube selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista: o tema é desenvolvido de forma coerente, e os argumentos selecionados são consistentes e justificam a tese proposta, porque explicitam os fatores negativos identificados pela participante.

A conclusão retoma o que foi exposto nos primeiros parágrafos, e a proposta de intervenção é adequada à tese defendida, porque sugere uma formação mais crítica para os jovens e retoma a referência ao romance de Orwell.

Do ponto de vista da estruturação textual, observa-se que a redação apresenta inúmeros recursos coesivos para dar continuidade ao texto, revelando que a participante demonstra conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários à construção da argumentação. O texto recorre a vários conectores responsáveis por expressar relações lógicas e promover o encadeamento textual. Por exemplo, no terceiro parágrafo, a locução “uma vez que” estabelece relação de causalidade entre as redes sociais e a alienação cultural e social das pessoas. No quarto parágrafo, a conjunção “como” tem a função de introduzir a citação de um exemplo de utilização das redes como ferramenta política. Identifica-se a utilização de pronomes e de termos ou expressões de base nominal para retomar referentes do contexto anterior (exemplos: “Com elas, padrões de vida são disseminados a uma velocidade assombrosa, fazendo a sociedade, muitas vezes privada de consciência crítica, absorvê-los e incorporá-los como ideais próprios.”). Esse recurso aparece também na relação entre parágrafos, para garantir a continuidade textual: “Tal influência ocorre”; “Com isso, as novas redes sociais”; “Outro ponto negativo dessas redes”; “Diante disso”.

Enem 2011

A proposta de redação do Enem 2011 manteve o formato clássico: redigir um texto dissertativo-argumentativo, segundo a norma padrão da Língua Portuguesa, sobre um determinado tema.

a) Tema proposto: “Viver em rede no século XXI: os limites entre o público e o privado”.

b) Tipologia textual: dissertativo - argumentativo. Com base na situação- -problema proposta, o participante deveria expressar sua opinião, ou seja, apresentar uma tese. Para tal, poderia inspirar-se nos textos motivadores, mas sem copiá-los, pois eles devem ser entendidos como instrumentos de fomento de idéias, para que cada um possa construir o seu próprio ponto de vista. Nos parágrafos seguintes, o participante apresentaria argumentos e fatos em defesa de seu ponto de vista, inter-relacionados, com coesão e coerência.
c) O texto deveria ser redigido de acordo com a norma padrão da Língua Portuguesa. Assim, o participante deveria estar atento à concordância e à regência nominal e verbal, à grafia de palavras, à acentuação gráfica, à pontuação e à adequação vocabular.
d) O texto definitivo deveria ser escrito a tinta, na folha própria, em até 30 (trinta) linhas.
e) A redação com até 7 (sete) linhas seria considerada “insuficiente” e receberia nota 0 (zero).
f) Também seria atribuída nota 0 (zero) à redação que fugisse ao tema ou à tipologia textual, isto é, não fosse um texto dissertativo-argumentativo.
g) A redação que apresentasse proposta de intervenção que desrespeitasse os direitos humanos receberia nota 0 (zero).

Normas do Enem

Resumindo: na elaboração da redação, você deve, pois, evitar:

Frases fragmentadas que comprometam a estrutura lógico-gramatical.

Sequência justaposta de idéias sem encaixamentos sintáticos, reproduzindo hábitos da oralidade.

Frase com apenas oração subordinada, sem oração principal.

Emprego equivocado do conector (preposição, conjunção, pronome relativo, alguns advérbios e locuções adverbiais) que não estabeleça relação lógica entre dois trechos do texto e prejudique a compreensão da mensagem.

Emprego do pronome relativo sem a preposição, quando obrigatória; e repetição ou substituição inadequada de palavras sem se valer dos recursos oferecidos pela língua (pronome, advérbio, artigo, sinônimo).

Os quadros a seguir apresentam os cinco níveis de desempenho que serão utilizados para avaliar a Competência 4 das redações do Enem 2012:

200 pontos

O participante articula as partes do texto, sem inadequações na utilização dos recursos coesivos. A redação enquadrada neste nível não poderá conter: frases fragmentadas que comprometam a estrutura lógico-gramatical; sequência justaposta de ideias sem encaixamentos sintáticos; ausência de paragrafação; frase com apenas oração subordinada, sem oração principal. Poderá, porém, conter eventuais desvios de menor gravidade: emprego equivocado do conector; emprego do pronome relativo sem a preposição, quando obrigatória; repetição ou substituição inadequada de palavras sem se valer dos recursos oferecidos pela língua. Entretanto, o mesmo erro não poderá se repetir, uma vez que essa pontuação deve ser atribuída ao participante que demonstrar pleno domínio dos recursos coesivos.

160 pontos

O participante articula as partes do texto, com poucas inadequações na utilização de recursos coesivos. A redação enquadrada neste nível não poderá conter: frases fragmentadas que comprometam a estrutura lógico-gramatical; sequência justaposta de ideias sem encaixamentos sintáticos; ausência de paragrafação; frase com apenas oração subordinada, sem oração principal. Poderá, no entanto, conter alguns desvios de menor gravidade: emprego equivocado do conector; emprego do pronome relativo sem a preposição, quando obrigatória; repetição desnecessária de palavras ou substituição inadequada sem se valer dos recursos de substituição oferecidos pela língua. Esta pontuação deve ser atribuída ao participante que demonstrar domínio dos recursos coesivos.

120 pontos

O participante articula as partes do texto, porém com algumas inadequações na utilização dos recursos coesivos. A redação enquadrada neste nível poderá conter eventuais desvios, como: frases fragmentadas que comprometam a estrutura lógica - gramatical; sequência justaposta de idéias sem encaixamentos sintáticos; ausência de paragrafação; frase com apenas oração subordinada, sem oração principal. Poderá conter ainda desvios de menor gravidade: emprego equivocado do conector; emprego do pronome relativo sem a preposição, quando obrigatória; repetição desnecessária de palavras ou substituição inadequada sem se valer dos recursos de substituição oferecidos pela língua. Esta pontuação deve ser atribuída ao participante que demonstrar domínio regular dos recursos coesivos.

80 pontos

O participante articula as partes do texto, porém com muitas inadequações na utilização dos recursos coesivos. A redação enquadrada neste nível poderá conter desvios, como: frases fragmentadas que comprometam a estrutura lógico-gramatical; sequência justaposta de ideias sem encaixamentos sintáticos; ausência de paragrafação; frase com apenas oração subordinada, sem oração principal. Poderá conter também desvios de menor gravidade: emprego equivocado do conector; emprego do pronome relativo sem a preposição, quando obrigatória; repetição desnecessária de palavras ou substituição inadequada sem se valer dos recursos de substituição oferecidos pela língua. Esta pontuação deve ser atribuída ao participante que demonstrar pouco domínio dos recursos coesivos.

40 pontos

O participante não articula as partes do texto ou as articula de forma precária e/ou inadequada, apresentando graves e frequentes desvios de coesão textual. Na redação enquadrada neste nível, há sérios problemas na articulação das ideias e na utilização de recursos coesivos: frases fragmentadas; frase sem oração principal; períodos muito longos sem o emprego dos conectores adequados; repetição desnecessária de palavras; não utilização de elementos que se refiram a termos que apareceram anteriormente no texto.

0 ponto

O participante apresenta informações desconexas, que não se configuram como texto.

2.5 Competência 5 – “Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos”.

O quinto aspecto a ser avaliado no seu texto é a apresentação de uma proposta de intervenção para o problema abordado. Assim, a sua redação, além de apresentar sua tese sobre o tema, apoiado em argumentos consistentes, precisará oferecer uma proposta de intervenção na vida social. Essa proposta, ou seja, a solução para o problema, deve contemplar cada ponto abordado na argumentação. Assim, a proposta deve manter um vínculo direto com a tese desenvolvida no texto e manter coerência com os argumentos utilizados, já que expressa a sua visão, como autor, das possíveis soluções para a questão discutida.

A proposta de intervenção precisa ser detalhada de modo a permitir ao leitor o julgamento sobre sua exequibilidade; deve conter, portanto, a exposição da proposta e o detalhamento dos meios para realizá-la.

A sua proposta deve refletir seus conhecimentos de mundo, e sua coerência será um dos aspectos decisivos no processo de avaliação. Além disso, é necessário que ela respeite os direitos humanos, ou seja, não rompa com valores como cidadania, liberdade, solidariedade e diversidade cultural.

Procure evitar propostas vagas, gerais; busque propostas mais concretas, específicas, consistentes com o desenvolvimento de suas idéias. Antes de elaborar sua proposta, procure responder às seguintes perguntas: O que é possível fazer? A proposta que pretendo fazer é viável?

O seu texto será avaliado, portanto, com base na combinação dos seguintes critérios:

a) presença de proposta x ausência de proposta

b) proposta explícita x proposta implícita; e

c) proposta com detalhamento dos meios para sua realização x proposta sem o detalhamento dos meios para sua realização.

Resumindo: na elaboração da redação, você deve, pois, evitar:

Frases fragmentadas que comprometam a estrutura lógico-gramatical

Sequência justaposta de idéias sem encaixamentos sintáticos, reproduzindo hábitos da oralidade

Frase com apenas oração subordinada, sem oração principal.

Emprego equivocado do conector (preposição, conjunção, pronome relativo, alguns advérbios e locuções adverbiais) que não estabeleça relação lógica entre dois trechos do texto e prejudique a compreensão da mensagem.

Emprego do pronome relativo sem a preposição, quando obrigatória;

Repetição ou substituição inadequada de palavras sem se valer dos recursos oferecidos pela língua (pronome, advérbio, artigo, sinônimo).

Os quadros a seguir apresentam os cinco níveis de desempenho que serão utilizados para avaliar a Competência 4 das redações do Enem 2012:

200 pontos

O participante articula as partes do texto, sem inadequações na utilização dos recursos coesivos. A redação enquadrada neste nível não poderá conter: frases fragmentadas que comprometam a estrutura lógico-gramatical; sequência justaposta de ideias sem encaixamentos sintáticos; ausência de paragrafação; frase com apenas oração subordinada, sem oração principal. Poderá, porém, conter eventuais desvios de menor gravidade: emprego equivocado do conector; emprego do pronome relativo sem a preposição, quando obrigatória; repetição ou substituição inadequada de palavras sem se valer dos recursos oferecidos pela língua. Entretanto, o mesmo erro não poderá se repetir, uma vez que essa pontuação deve ser atribuída ao participante que demonstrar pleno domínio dos recursos coesivos.

160 pontos

O participante articula as partes do texto, com poucas inadequações na utilização de recursos coesivos. A redação enquadrada neste nível não poderá conter: frases fragmentadas que comprometam a estrutura lógico-gramatical; sequência justaposta de ideias sem encaixamentos sintáticos; ausência de paragrafação; frase com apenas oração subordinada, sem oração principal. Poderá, no entanto, conter alguns desvios de menor gravidade: emprego equivocado do conector; emprego do pronome relativo sem a preposição, quando obrigatória; repetição desnecessária de palavras ou substituição inadequada sem se valer dos recursos de substituição oferecidos pela língua. Esta pontuação deve ser atribuída ao participante que demonstrar domínio dos recursos coesivos.

120 pontos

O participante articula as partes do texto, porém com algumas inadequações na utilização dos recursos coesivos. A redação enquadrada neste nível poderá conter eventuais desvios, como: frases fragmentadas que comprometam a estrutura lógico - gramatical; sequência justaposta de idéias sem encaixamentos sintáticos; ausência de paragrafação; frase com apenas oração subordinada, sem oração principal. Poderá conter ainda desvios de menor gravidade: emprego equivocado do conector; emprego do pronome relativo sem a preposição, quando obrigatória; repetição desnecessária de palavras ou substituição inadequada sem se valer dos recursos de substituição oferecidos pela língua. Esta pontuação deve ser atribuída ao participante que demonstrar domínio regular dos recursos coesivos.

80 pontos

O participante articula as partes do texto, porém com muitas inadequações na utilização dos recursos coesivos. A redação enquadrada neste nível poderá conter desvios, como: frases fragmentadas que comprometam a estrutura lógico-gramatical; sequência justaposta de ideias sem encaixamentos sintáticos; ausência de paragrafação; frase com apenas oração subordinada, sem oração principal. Poderá conter também desvios de menor gravidade: emprego equivocado do conector; emprego do pronome relativo sem a preposição, quando obrigatória; repetição desnecessária de palavras ou substituição inadequada sem se valer dos recursos de substituição oferecidos pela língua. Esta pontuação deve ser atribuída ao participante que demonstrar pouco domínio dos recursos coesivos.

40 pontos

O participante não articula as partes do texto ou as articula de forma precária e/ou inadequada, apresentando graves e frequentes desvios de coesão textual. Na redação enquadrada neste nível, há sérios problemas na articulação das idéias e na utilização de recursos coesivos: frases fragmentadas; frase sem oração principal; períodos muito longos sem o emprego dos conectores adequados; repetição desnecessária de palavras; não utilização de elementos que se refiram a termos que apareceram anteriormente no texto.

0 ponto

O participante apresenta informações desconexas, que não se configuram como texto.

2.5 Competência 5 – “Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos”

O quinto aspecto a ser avaliado no seu texto é a apresentação de uma proposta de intervenção para o problema abordado. Assim, a sua redação, além de apresentar sua tese sobre o tema, apoiado em argumentos consistentes, precisará oferecer uma proposta de intervenção na vida social. Essa proposta, ou seja, a solução para o problema, deve contemplar cada ponto abordado na argumentação. Assim, a proposta deve manter um vínculo direto com a tese desenvolvida no texto e manter coerência com os argumentos utilizados, já que expressa a sua visão, como autor, das possíveis soluções para a questão discutida.

A proposta de intervenção precisa ser detalhada de modo a permitir ao leitor o julgamento sobre sua exequibilidade; deve conter, portanto, a exposição da proposta e o detalhamento dos meios para realizá-la.

A sua proposta deve refletir seus conhecimentos de mundo, e sua coerência será um dos aspectos decisivos no processo de avaliação. Além disso, é necessário que ela respeite os direitos humanos, ou seja, não rompa com valores como cidadania, liberdade, solidariedade e diversidade cultural.

Procure evitar propostas vagas, gerais; busque propostas mais concretas, específicas, consistentes com o desenvolvimento de suas idéias. Antes de elaborar sua proposta, procure responder às seguintes perguntas: O que é possível fazer? A proposta que pretendo fazer é viável?

O seu texto será avaliado, portanto, com base na combinação dos seguintes critérios:

a) presença de proposta x ausência de proposta

b) proposta explícita x proposta implícita; e

c) proposta com detalhamento dos meios para sua realização x proposta sem o detalhamento dos meios para sua realização.

O quadro a seguir apresenta os cinco níveis de desempenho que serão utilizados para avaliar a Competência 5 das redações do Enem 2012:

200 pontos

O participante elabora proposta de intervenção clara e inovadora, relacionada à tese e bem articulada com a discussão desenvolvida no texto. São explicitados os meios para realizá-la.

160 pontos

O participante elabora proposta de intervenção clara, relacionada à tese e bem articulada com a discussão desenvolvida no texto. São explicitados os meios para realizá-la.

120 pontos

O participante elabora proposta de intervenção relacionada ao tema, mas pouco articulada à discussão desenvolvida no texto.

80 pontos

O participante elabora proposta de intervenção relacionada ao tema de forma precária, não articulada com a discussão desenvolvida no texto, ou com desenvolvimento precário dos meios para realizá-la.

40 pontos

O participante elabora proposta de intervenção tangencial ao tema ou subentendida no desenvolvimento da argumentação.

0 ponto

O participante não apresenta proposta de intervenção.

 

INSTRUÇÕES:

O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado.

O texto definitivo deve ser escrito a tinta, na folha própria, em até 30 linhas.

A redação com até 7 (sete) linhas será considerada “insuficiente” e receberá nota zero.

A redação que fugir ao tema ou que não atender ao tipo dissertativo-argumentativo receberá nota zero.

A redação que apresentar cópia dos textos da Proposta de Redação ou do Caderno de Questões terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção.

3.1 Recomendações

Para o seu bom desempenho, você deve fazer, antes de escrever sua redação, uma leitura cuidadosa da proposta apresentada, dos textos motivadores e das instruções, a fim de que possa compreender perfeitamente o que está sendo solicitado.

O tema apresentado como proposta de redação vem sempre acompanhado de textos motivadores. Em geral, são dois textos em linguagem verbal e um em linguagem não verbal (imagem), que remetem ao tema proposto, a fim de orientar sua reflexão.

Assim, para elaborar uma redação de qualidade, você deve seguir as seguintes recomendações:

a) ler com bastante atenção o tema e a tipologia textual (dissertativo--argumentativo) propostos

b) ler os textos motivadores, marcando as palavras ou os fragmentos que indicam o posicionamento dos autores

c) identificar, em cada texto motivador, a tese e os argumentos apresentados pelos autores para defender seu ponto de vista.

d) refletir sobre o posicionamento dos autores dos textos motivadores;

e) ler atentamente as instruções apresentadas após os textos motivadores.

5, LEIA MAIS, SEJA MAIS

Crie seu Clube de Leitura

O Clube de Leitura é formado por um grupo de pessoas que amam a leitura e se reúnem, geralmente uma vez por mês, para comentar um mesmo livro lido por todos. É uma ótima oportunidade de conviver e de compartilhar emoções e interpretações proporcionadas pela leitura.

1. O primeiro passo é convidar amigos que tenham interesse em leitura.

2. Na primeira reunião, combinem o funcionamento do Clube: uma vez por mês, sempre em que dia da semana e do mês, cada vez na casa de um dos componentes do grupo ou sempre em um mesmo bar, café/livraria, restaurante, confeitaria, clube, por exemplo. Se a reunião for acontecer na casa dos participantes, o dono da casa oferecerá café, água, suco, biscoitos.

3. Elejam um coordenador. Ele anota os nomes, endereços, e-mails e cria um grupo virtual para encaminhar mensagens confirmando reuniões, preços dos livros, links sobre o livro que está sendo lido, etc.

4. Escolham por votação simples qual será o livro a ser lido no mês seguinte.

5. O coordenador encomenda em consignação (para pagar depois de vendidos), na distribuidora da editora do livro, os exemplares para todos. Esses livros serão vendidos na reunião seguinte à escolha.

6. Durante a reunião, decide-se o livro a ser encomendado para o mês seguinte, decide-se o lugar da próxima reunião e assina-se uma lista de presença. O coordenador passa a palavra a quem se inscrever para comentar o livro lido, e a conversa se desenvolve naturalmente.

7. Pode-se, eventualmente, convidar um especialista para fazer uma apresentação e coordenar os debates.

 

Palestra sobre o ensino de Física e Química no Ensino Fundamental

  • Foi dado um enfoque especial ao ensino dos conteúdos de Física e Química no ensino fundamental.

Palestra sobre o ensino de Ciências no ensino fundamental

  • A palestra focou sobre o ensino do conteúdo de Ciências.
  • Foram realizadas experiências práticas durante a palestra para dar exemplos.

Palestra na área do Ensino Fundamental

  • Nesse momento estamos no intervalo entre as palestras, momento onde trocamos idéias e opiniões com os colegas de profissão.
  • Aqui estou com as professoras Kelly e Dina.

Palestra de Abertura sobre Educação

  • A palestra de abertura focou sobre a utilização de recursos audiovisuais na área da educação e sobre os beneficios e maleficios das redes sociais.
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